Antonio Cunha por ele mesmo: tem 18 anos jornalismo. Começou em 1987, no Jornal O Norte, em João Pessoa. Foi para Brasília em 1988. Passou pelos Jornais, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Correio do Brasil, Editora abril, Agência Jaime Câmara de Notícias e Ministério da Cultura. Atualmente trabalha no Ministério do Planejamento. Suas fotos foram premiadas por diversas instituições: Prêmio SESC de Fotografia (1990), Prêmio OK de Jornalismo (1991), Prêmio da Organização Internacional de Jornalismo (OIJ) e receberam duas Menções honrosas pela OIJ (1992). A premiação mais recente foi concedida pela CNN espanhola, e é um dos marcos de seu trabalho. Cunha foi premiado pela foto “Independência ou Morte” ao concorrer com mais de 4500 repórteres fotográficos da América Latina, Caribe e México. O Prêmio foi entregue em Nova Iorque, em maio de 2004. A foto simboliza a resistência dos mais fracos contra os mais fortes. O menino franzino enfrenta os policiais montados em cavalos, para impedir que o barraco de sua família, no centro do Poder Público, seja derrubado. Em seu trabalho, Cunha reúne arte e informação para denunciar as desigualdades sociais. Na contraparte de leveza que lhe cabe, o artista retrata a alma e a anatomia de Carolina – cidade de sua paixão e santuário de belezas naturais, o seu elo de ligação com a propensão criativa. Beber na fonte desse paraíso garante-lhe sensibilidade ao ofício de fotografar. Sempre lutou pela uma melhor qualidade de vida da população de sua terra natal, divulgando suas belezas naturais em jornais e revistas do país, em prol de um turismo sustentável. Participou da campanha para Criação do Parque Nacional da chapada das Mesas, criado em 12 de Dezembro de 2005, por decreto presidencial. Defende a harmonia do homem com a natureza , “pois sem harmonia não há evolução”.
Vejam as fotos de Antonio Cunha , utilizando a barra lateral da direita.




