Arquivo para outubro 18th, 2008

18/10/2008

Operação do IBAMA impede queimada em Parque Nacional da Amazônia

Área no município de Aveiro, no Pará, já havia sido desmatada. Responsável foi multado em R$ 11 mil e foi detido.

Uma equipe do IBAMA impediu a queimada de 2,2 hectares de área no interior do Parque Nacional da Amazônia, em Aveiro, no Pará, quinta-feira (2). A ação ocorreu durante a Operação Correntão. A área já havia sido desmatada, mas o infrator pretendia atear fogo ao local, segundo os fiscais. O responsável foi multado em R$ 11 mil e detido na delegacia de Polícia Civil de Itaituba, onde prestou depoimento. De acordo com o coordenador da ação, Alessandro Queiro, o IBAMA está na região desde o último dia 22 e permanecerá na área por tempo indeterminado. O objetivo é verificar áreas de queimadas, danificadas e desmatadas que se encontram dentro dos limites da Unidade de Conservação – Parque Nacional da Amazônia e seu entorno. 

Texto: G1

18/10/2008

Garantia de preço para babaçu ajudará mais de 80 mil mulheres no MA

 

Quebradeiras de coco dependem da planta para renda. Valor pago pelo quilo de amêndoa subirá 46%.

O trabalho é pesado: no meio do mato, batendo o coco em um machado, as mulheres conhecidas como “quebradeiras” retiram a amêndoa do babaçu. Depois de mais de oito horas de trabalho, o resultado muitas vezes não passa de R$ 6,00. O quilo da amêndoa é vendido por um real.

Fábio André de Campos/www.reporterbrasil.com.br

Foto: Fábio André de Campos/www.reporterbrasil.com.br

O coco babaçu está na lista dos produtos extrativistas que terão preço mínimo estipulado pelo governo. A idéia é favorecer atividades desenvolvidas por comunidades tradicionais, gerando renda e ajudando a preservar o meio ambiente. Apenas no Maranhão,cerca de 80 mil mulheres serão beneficiadas pela medida. A quebradeira de coco Maria Celeste Ferreira reclama do preço atual. “Se eu quebrar seis quilos de coco não dá para levar três quilos de arroz. Então eu compro o arroz e cadê as outras coisas? Preciso do sal, do sabão, do café, do açúcar”, disse. Com o preço mínimo, as quebradeiras poderão vender o babaçu para o governo por R$ 1,46, valor bem maior do que o praticado nos comércios do Maranhão.