Indicadores de Bem Estar do Município de São Paulo
Amanhã o Movimento Nossa São Paulo vai apresentar à população o IRBEM – Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município. O lançamento IRBEM apartir das 10h às 12h30, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação. O evento contará com a presença de especialistas para comentar os temas abordados nas pesquisas.O conjunto de indicadores está sendo elaborado a partir da consulta realizada entre junho e outubro de 2009, da qual participaram cerca de 36 mil pessoas – mais de 12 mil pessoas com mais de 16 anos e mais de 23 mil crianças e adolescentes de 10 a 15 anos. A pesquisa on-line e na versão impressa tiveram resposta espontânea e não proporcional à distribuição da população por região. Por isso, os itens escolhidos na consulta pública como mais importantes para a qualidade de vida e o bem-estar estão sendo validados em nova pesquisa de satisfação com os paulistanos, desta vez em um recorte proporcional ao perfil e número de moradores por região. A pesquisa encomendada pelo Movimento para o Ibope também verifica a percepção dos paulistanos em relação aos serviços públicos, a prefeitura, a câmara e a confiança nas instituições. Os interessados em participar devem enviar e-mail para zuleica@isps.org.br.
Caça às baleias
ONG’s brasileiras pedem ação do Itamaraty contra caça às baleias
Colaboração: Instituto Aqualung
Por iniciativa do Sr. José Truda Palazzo, Jr , do Centro de Conservação Cetácea – Brasil, 31, divulgaram em 13 de janeiro uma Carta Aberta ao representante do Brasil junto à Comissão Internacional da Baleia (CIB), o diplomata Fábio Vaz Pitaluga, exigindo um posicionamento forte contra a continuidade da matança de baleias na Antártida, que apesar da moratória estabelecida pela Comissão em 1986 e da declaração de um Santuário Antártico de Baleias em 1994, está em franca escalada sob o pretexto de “captura científica”. Apesar da frequente condenação da maioria dos países da CIB, o Japão recusa-se a parar com a matança. O Brasil integra um pequeno grupo de negociação que tem se reunido há varios meses a portas fechadas e que em tese busca uma saída para acabar com a matança, mas informações obtidas pelos ambientalistas dão conta de que, frente à intransigência do Japão, a Comissão poderia aceitar a continuidade da caça antártica. Segundo José Truda Palazzo Jr, ex-Vice-comissário do Brasil à CIB e atual Presidente do Conselho Superior da Rede Marinho-Costeira e Hídrica do Brasil, “isso é um absurdo total”. Truda, que é o brasileiro com mais longa participação nas atividades da Comissão, afirmou que “aceitar os termos do Japão e legitimar a continuidade da caça na Antártida vai contra tudo o que o Brasil sempre defendeu na conservação dos cetáceos, em particular o direito dos países do hemisfério sul ao uso não-letal desse animais através do turismo de observação, que pode ser seriamente afetado pelo roubo de nossas baleias pela indústria baleeira japonesa. Precisamos por um fim a esse crime, e esperamos que nossos diplomatas mantenham a posição firme que fez do Brasil uma liderança positiva na CIB”. Truda também acrescentou que a atividade baleeira do Japão não atende nem a verdadeiros interesses científicos, e nem a nenhuma necessidade alimentar da população daquele país, mas sim ao interesse político da JFA, a agência de pesca japonesa, em manobrar subsídios da ordem de milhões de dólares que mantém as atividades baleeiras mesmo na ausência de um mercado interessado na carne.O “grupo secreto” de negociação da CIB no qual o Brasil participa deverá se reunir novamente no final de janeiro no Havaí para mais uma rodada de negociação com o Japão. Segue abaixo o texto da Carta Aberta das ONG’s ao Comissário do Brasil na CIB: Clique aqui e leia mais…