Referências

Estou disponibilizando o Rerefencial Bibiográfico referente ao trabalho de conclusão de curso da pós em Gestão Ambiental , realizada no SENAC de São Paulo, cujo titulo foi: “ Proposição de Implementação de Um Programa de Gestão Ambiental no Instituto Adolfo Lutz de São Paulo”. Orientador: Prof. MS.  Fernando Codelo Nascimento/Autores: LIMA, Ana Marina Martins de , SILVA, Antonio Carlos ,SILVA, Luciene Costa 

1.       ALBERGUINI, Leny Borghesan A, et al., Laboratório de Resíduos Químicos do Campus USP- São Carlos – Resultados da Experiência Pioneira em Gestão e Gerenciamento de Resíduos Químicos em um Campus Universitário. Qui. Nova, Vol. 26, Nº 2, 291-295, fev. 2003.

2.       Ambiente Brasil – ONG. Glossário e Carta do Chefe Seattle. Disponível em: http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./indios/index.html&conteudo=./indios/artigos/cartaseattle.html/> Acesso em: 13 novembro 2006.

3.       AMORIN, Cristina, NETTO, Andrei. Efeitos do Aquecimento da Terra são irreversíveis nos próximos cem anos. O Estado de São Paulo. São Paulo, 03 fevereiro 2007.. Disponível em <//http: www.estadao.com.br/>.Acesso em 10 fevereiro 2007.

4.       ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Lumem Júris, 2002.

5.       ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n33 de 25 de fevereiro de 2003.

6.       ART, Henry W. Dicionário de Ecologia e Ciências Ambientais. São Paulo: UNESP – Melhoramentos, 1998.

7.       ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NORMA ABNT NBR ISO/IEC 17025: 2005 – Requisitos Gerais para a competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração. 3ª. Edição. Janeiro de 2001.

8.       ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NORMA ISO 14001. Sistema da gestão ambiental- Requisitos com orientações para uso. ABNT, 2004.

9.       ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NORMA ABNT NBR ISO 9001:2000 – Sistema de gestão da qualidade – Requisitos.  3 edição. Dezembro de 2000.

10.    BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos. São Paulo: Editora Saraiva 2006.

11.    BARROS, Mario Thadeu Leme de. Gestão de Recursos Hídricos. Apostila do curso de Engenharia Hidráulica e Sanitária da USP. 2003.

12.    BRAGA, Benedito et al.; Introdução a Engenharia Ambiental. Pearsol- Prentice Hall. São Paulo, 2005.

13.    BRAGA, Benedito et al.; Introdução a Engenharia Ambiental. Pearsol- Prentice Hall. São Paulo, 2004.

14.    c2p2 – Canadian Centre for Pollution Prevention – Disponível em: <http://www.c2p2online.com>. Acesso em 26 janeiro 2007.

15.    Cetesb – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental / SP.Disponível em : <http://www.cetesb.sp.gov.br> . Acesso em 26 janeiro 2007.

16.    [CET] Companhia de Engenharia de Tráfego / SP. Informação número de carros que circulam em São Paulo por dia. Disponível em:<http:// www.cet.sp.gov.br >. Acesso em 07 março 2007.

17.    [CILSJ] Consórcio Intermunicipal para Gestão Ambiental das Bacias da Região dos Lagos, do Rio São João e Zona Costeira / RJ Disponível em: <www.riolagos.com.br/cilsy/>acesso em 13 fevereiro 2007.

18.    [CNRH / SRH / MMA] Conselho Nacional de Recursos Hídricos / Secretaria de Recursos Hídricos / Ministério do Meio Ambiente – Mapa Divisão Hidrográfica Nacional. Disponível em:<http://pnrh.cnrhsrh.gov.br/pag/regioes/parana.html/>. Acesso em 20 fevereiro 2007.

19.    [ComCiência / SBPC] – Revista Eletrônica de Jornalismo Científico / Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Glossário. Disponível em: <http://www.comciencia.br/> Acesso em 27 fevereiro 2007.

20.    CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução 357, de 17 de março de 2005.

21.    CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente Resolução n. 001/86

22.    CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente Resolução 306/2002

23.    CPTEC/INPE – Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos – Instituto de Pesquisas Espaciais. Disponível em <http://www.cptec.inpe.br/> – acesso em 29 janeiro 2007.

24.    Constituição da República Federativa do Brasil. Saraiva. São Paulo. 2005.

25.    CEBDS– Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável . Disponível em http://www.cebds.org.br/cebds/. Acesso em 9 de março de 2007.

26.    CST – COMPANHIA SIDERURGICA TUBARAO. Educação, ambiente e Sociedade; idéias e práticas em debate. Santa Catarina. 2004.

27.    CUNHA, Carlos Jorge. O programa de Gerenciamento dos Resíduos Laboratoriais do Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná. Quím. Nova. Vol. 24, No. 3, 424 -427, mar.2001.

28.    DREW, David. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

29.    DENAMAN, Anelise Swengher, et al., Programa de Gerenciamento de Resíduos dos Laboratórios de Graduação da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e Das Missões – Campos Erechim. Quím. Nova. Vol. 27, No. 4, 674-671, 2004..

30.    DIAS, Genebaldo Freire. Ecopercepção: um resumo didático dos desafios socioambientais. São Paulo: Gaia, 2002.

31.    DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006.

32.    DREW, David. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. Bertrand Brasil. Rio de Janeiro, 2005.

33.    EMIDIO, Teresa. Meio Ambiente & Paisagem. SENAC. São Paulo. 2006.

34.    ESTROZI Filho, Agemiro Ecoeficiência. Monografia (Especialização em Gestão Ambiental). São Paulo: Centro Universitário SENAC, 2005.

35.    FERREIRA, Hilbert Pfaltzgriff. Sistema de Gestão da QualidadeEstudo de Caso: Farm- Manguinhos.(Dissertação).Escola Nacional de Saúde Pública. Rio de Janeiro.2004.

36.    FIESP- Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.Cartilha: Licenciamento Ambiental e as Micro Empresas. (2006) Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/ /> Acesso em: 29 de janeiro de 2007.

37.    FIESP- Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Agenda da Conformidade Ambiental da Indústria Paulista. (2006) Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/ /> Acesso em: 29 janeiro 2007.

38.    FIESP- Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/revista/2007/02/mudancas-climaticas.aspx/> Acesso em: 01 março 2007.

39.    FIESP/CIESP Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Conservação e Reúso de água – Manual de Orientação para o Setor Industrial, 2005. Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/> Acesso em: 04 junho 2006.

40.    FORATINI, Oswaldo Paulo. Ecologia Epidemiologia e Sociedade. São Paulo: Artes Médicas.  2º edição, 2004.

41.    GARCIA, Leila Posenato, RAMOS, Betina Gieh Zanetti. Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde: uma questão de biossegurança. Rio de Janeiro: Cad. Saúde Pública., 20 (3):744-752, mai-jun,2004.

42.    GREGORI, Clovis Osvaldo et al., MICHAELIS – Dicionário Escolar de Língua Portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 2006.

43.    GUERRA, José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil.. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

44.    HARRINGTON, H. James; KNIGHT, Alan. A implementação da ISO 14000: Como atualizar o Sistema de Gestão Ambiental com eficácia. São Paulo: Atlas, 2001.

45.    HEAT, R. Hidrologia Básica de Águas Subterrâneas. United States Geological Survey Water Supply Paper 2220. Disponível em: http://www.lagossaojoao.org.br/ciclo-agua.htm/> Acesso em 01de março de 2007.

46.    HESPANHOL, Ivanildo. Potencial de água no Brasil: Agricultura, indústrias, municípios – Recarga de Aqüíferos. Rev. Bras. De Recursos Hídricos, v7. out/dez 2002. 75-95.

47.    IAL – V Encontro do Instituto Adolfo Lutz- Encontro Nacional de Laboratórios de Saúde Pública. Revista do Instituto Adolfo Lutz. V. 62, suplemento 2, 2003.

48.    IAL – INSTITUTO ADOLFO LUTZ- http://www.ial.sp.gov.br/ – acesso em 5/1/2007

49.    IAL-INSTITUTO ADOFO LUTZ – SECRETARIA DA SAÙDE – COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS. Manual da Qualidade. São Paulo. 2005.

50.    IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Disponível em: <http://ibama.gov.br> Acesso em 07 março 2007.

51.    IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente. Rio de Janeiro. 2002. Disponível em: <www.ibge.gov.br> Acesso em 06 de dezembro de 2006.

52.    Instituto Akatu – ONG. Uso do sabão. Disponível em: <http://www.akatu.net/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home> Acesso em 07 março 2007.

53.    Instituto Biológico / SP – Figura das camadas da atmosfera. Disponível em <htpp:www.biologico.sp.gov.br/> Acesso em 13 fevereiro 2007

54.    KLOETZEL, Kurl. O que é meio ambiente. São Paulo, Brasilense, 2 reimpressão, 2002.

55.    LOPES, Ignes Vidigal et al.,Gestão Ambiental no Brasil Experiência e Sucesso. Rio de Janeiro: FGV, 2002.

56.    Lei 6938 de 31 de agosto de 1981

57.    LIMA, Ana Marina Martins de; SILVA, Antonio Carlos; FERREIRA, Rosana. Diagnóstico Ambiental do Instituto Adolfo Lutz – Estudo de Caso. Trabalho acadêmico. (Apresentado para conclusão da Disciplina de Gestão Ambiental). São Paulo: SENAC, 2006.

58.    LIMA, Ana Marina Martins de. Tabela das divisões do Instituto Adolfo Lutz. Instituto Adolfo Lutz. Divisão de Bromatologia e Química. Seção de Águas. 2007.

59.    Mapa-Disponível em <http://maplink.uol.com.br>. Acesso em: 04/02/2007.

60.    MANCUSO, Pedro Sanches; SANTOS, Hilton Felício dos. Reúso de Água. Barueri, São Paulo: Manole, 2003.

61.    MIERZA, José Carlos; HESPANHOL, Ivanildo. Água na Indústria: uso racional e reúso. São Paulo: Oficina dos textos, 2005.

62.    MICHAELIS Dicionário.  Disponível em: <http://www2.uol.com.br/michaelis/>- acesso em 14de dezembro de 2006.

63.    MS – MINISTÉRIO DA SAÙDE. Portaria 518 de março de 2004. Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências.

64.    MMA Ministério do Meio Ambiente – Brasil. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/> – acesso em 22 Janeiro 2007.

65.    MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Cortez. São Paulo. UNESCO. Brasília, 2000.

66.    MOTA, Suetonio – Introdução à engenharia ambiental. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária. 2003.

67.    NALIM, José Renato. Ética Ambiental. Campinas: MIllenium,2001.

68.    NASCIMENTO, Fernando Codelo. Apostila do curso de Pós-graduação em Sistema de Gestão Ambiental. São Paulo: SENAC, 2006.

69.    NASCIMENTO, Fernando Codelo. Apostila do curso de Pós-graduação em Sistema de Gestão Integrada. São Paulo: SENAC, 2006.

70.    NOLASCO, Felipe Rufine et al., Implantação de Programas de Gerenciamento de Resíduos Químicos Laboratoriais em Universidades: Análise Crítica e Recomendações. Eng. Sanit.ambient. Vol II – No 2 . abr/jun 2006, 118- 124

71.    PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade Teoria e Prática. 2º. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

72.    PHILIPPI, Junior, Arlindo, Romero, ANDRADE, Marcelo de, COLLET, Bruna Gilda. Curso de Gestão Ambiental. São Paulo: Malone, 2004.

73.    PHILIPPI, Tatiana Tucunduva. Avaliação ISO 14001: Estudo de Caso no Setor Automotivo. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública). Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 2003.

74.    PMAISL – Rede Brasileira de Produção Mais Limpa. Disponível em: <http://www.pmaisl.com.br/mambo/>. Acesso em 09 março 2007.

75.    PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Disponível em: <http://www.pnud.org.br/> Acesso em: 03 fevereiro 2007.

76.    POLITI, Elie. Apostila do Curso de Pós-graduação em Gestão Ambiental – Disciplina: Mecanismo de Produção Mais Limpa. São Paulo: Centro Universitário SENAC, 2006.

77.    PORTARIA N º 485, de 11 de novembro de 2005 (MTE – Ministério do Trabalho e do emprego) – Aprova a Norma Regulamentadora nº. 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde).

78.    PURIFICAÇÃO, Silene Bueno de Godoy. O controle da poluição das águas nas fronteiras: tratados internacionais e sua exigibilidade na proteção ambiental. Tese (Doutorado em Saúde Pública). Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 2004

79.    RAVEN, Peter H. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2001.

80.    Rede das Águas .desponível em <http://www.rededasaguas.org.br> Acesso em 21 fevereiro 2007.

81.    REEVES, Hubert; LENOIR, Frédéric. Mal da Terra. Paz e Terra: São Paulo, 2006.

82.    REIS, Luis Filipe Sanches de Sousa Dias; QUEIROS, Sandra Mara Pereira de. Gestão Ambiental em Pequenas e Médias Empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002

83.    RDC Nº. 306, de 7 de dezembro de 2004 (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária)- Dispõem sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde.

84.    ROBLES Junior Antonio BONELLI, Valério Vitor. Gestão da Qualidade e do meio Ambiente: Enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006.

85.    ROSE, Ricardo. Mercado Brasileiro: Tratamento de águas e efluentes. Gerenciamento Ambiental. São Paulo. Rev. Gerenciamento Ambiental. N.21, p 16-18 ago./set. 2002.

86.    ROSE, Ricardo. Sistema de Gestão Ambiental. Gerenciamento Ambiental. São Paulo. Rev. Gerenciamento Ambiental. N.21, p 43-44 ago./set. 2002

87.    SÁNCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: conceito e métodos. Oficina dos Textos: São Paulo, 2006.

88.    SABESP- Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Informações sobre uso da água. Disponível em: <http:www.sabesp.com.br/ >Acesso em 19 dez 2006 e 01 março 2007.

89.    SANTOS, Rozely Ferreira. Planejamento Ambiental: teoria e prática. Oficina dos Textos: São Paulo, 2004.

90.    SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa. Brasília: 2004. Disponível em: <www.sebrae.com.br>. Acesso em 15 de janeiro de 2007.

91.    SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO:14001 Sistemas de Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas, 2006.

92.    SEMA (RS)- Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul. .Disponível em<http://www.sema.rs.gov.br/sema/html/gloss_b.htm/>. Acesso em 28 fevereiro 2007.

93.    SMA – SP.  Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Esquema de Destruição da Camada de Ozônio; informações gerais; i. Disponível em: <http://www.ambiente.sp.gov.br/>. Acesso em: 21 fevereiro 2007.

94.    SENAC – Centro Universitário SENAC – Série de estudos do Worldwatch Institute – Vital Signs (Sinais Vitais). Revista: SENAC e Educação Ambiental – ano 15 n.1 setembro/dezembro de 2006.

95.    SENAC – Centro Universitário SENAC – Apostila de curso livre: Primeiros Passos para ISO 14001:2004. São Paulo, 2005.

96.    SCARLATO, Francisco Capuano; PONTIN, Joel Arnaldo. Do Nicho ao Lixo: ambiente, sociedade e educação. São Paulo: Atual Editora, 2006.

97.    SILVA, Ana Beatriz Moraes. Proposta para implantação. Implantação e Avaliação de um Programa de Gestão da Qualidade nos Laboratórios de Referência para a Vigilância Epidemiológica da Fiocruz (tese). Rio de Janeiro. Escola Nacional de Saúde Pública. Disponível em: <www.bvs.org.br>. Acesso em 7 de dezembro de 2006.

98.    SILVA, Demétrios Antônio. Certificação conforme a NBR ISO14001 – Desafio da comunicação para as organizações. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública). Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 2004

99.    SILVA, Francisco Adrião Neves Da. Apostila curso de Pós Graduação em Gestão Ambiental, Disciplina Gestão e Tecnologias. São Paulo: SENAC, 2006.

100.SIMONS, Mônica Osório. Apostila de Educação Ambiental (Curso de Pós Graduação em Gestão Ambiental). São Paulo: SENAC, 2006.

101.SISINNO, Cristina Lúcia Silveira; MOREIRA, Josio Costa. Ecoeficiência: um instrumento para a redução da geração de resíduos e desperdícios em estabelecimentos de saúde. Cad. Saúde Pública. Rio de Janeiro, 21(6), nov-dez, 2005.

102.SLACK, Nigel. CHAMBERS, Stuart. JONHSTON, Robert. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2002.

103.SMA. Secretaria do meio Ambiente do Estado de São Paulo. Relatório de Qualidade Ambiental do Estado de São Paulo. 2006. Disponível em: acesso em:< http://www.ambiente.sp.gov.br/>. Acesso em: 4 dezembro 2006.

104.TAVARES, Glauco Arnold; BENDASSOLLI, José Albertino. Implantação de um Programa de Gerenciamento de Resíduos Químicos e Águas Servidas nos Laboratórios de Ensino e Pesquisa no CENA/USP. Quím. Nova. Vol. 28. N 4, 732-738, 2005.

105.TEIXEIRA, Wilson. TOLEDO, M. Cristina Motta de. FAIRCHILD, Thomas Rich. TAIOLI, Fabio. Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de livros, 2000.

106.TECNOHIDRO Projetos Ambientais. Disponível em <www.tecnohidro.com.br>. Acesso em 26 março 2007.

107.TINOCO, João Eduardo Prudêncio, KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira. Contabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas. 2004.

108.TRANI, Eduardo. Políticas Públicas e Planejamento Ambiental- Estudos de Caso no Estado de São Paulo. (Apostila do Curso de Gestão Ambiental). São Paulo: SENAC, 2006.

109.UN United Nations. Relatório sobre mudanças climáticas até 2090: Estudos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas IPCC, Disponível em:<http://www.un.org/av/radio/portuguese/story.asp?NewsID=2139/>. Acesso em: 03 fevereiro 2007.

110.Unb -Universidade de Brasília. Instituto de Geociências da Universidade de Brasília. Glossário geológico. Disponível em: http://www.unb.br/ig/glossario/ Acesso em 03 março 2007.

111.UFPR. Universidade Federal do Paraná Disponível em  Universidade Federal do Paraná disponível em: <http://bohr.química.ufpr.br/~dallara/don.gif>. Acesso em 29 janeiro 2007.

112.VARGAS, Heliana Comin; RIBEIRO, Helena. Novos Instrumentos de Gestão Urbana. São Paulo: EDUSP, 2001.

113.VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade Ambiental: ISO 14000. 4º ed.. São Paulo: SENAC, 2002.

114.VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade Ambiental: ISO 14000. 5º ed.. São Paulo: SENAC, 2004.

115.VILELLA Junior, Alan; DERMAJOROVIC, Jaques. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental: Desafios e perfectivas para as organizações. São Paulo: SENAC, 2006.

116.ZENEBON, Odair, PASCUET, Neus Sadocco.Métodos físico-químico para análise de alimentos. IV Edição. Brasília

5 Comentários para “Referências”

  1. Gostaria, se possível, de receber uma cópia da monografia, tenho interesse na área de gerenciamento de resíduos químicos. Muito Obrigado

  2. Sou academico do curso de licenciatura em geografia e gostaria de poder obter maiores informaçoes sobre os marcos referenciais e instrumentos legais da EA. Desejo ainda parabeniza-los pela nobre iniciativa.

  3. Gostaria, caso tenha ou saiba, de indicação de livros ou textos sobre meio-ambiente e som. Melhor se for urbano. Estou escrevendo artigo sobre musica e a audição do meio ambiente. Definiçoes sobre meio-ambiente que ajudem na elucidaçao desse conceito também seriam de grande ajuda.
    grato,

    Renato Cardoso

  4. Gostaria de receber arquivo em pdf, do trabalho na íntegra para usá-lo como material didático em minhas aulas de gestão ambiental.

    Att

    Lucy

  5. Sou iniciante no curso superior de gestão em turismo. Gostaria de receber informações para que eu possa fazer meus trabalhos intra disciplinares que no momento são demanda e comunidade; diagnóstico ambiental e sociologia no turismo
    obrigada

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s