Gestão Socioambiental

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Arte de Christian Spencer

Por: Ana Marina Martins de Lima/Ambiente do Meio

A Gestão Ambiental está diretamente relacionada à Responsabilidade Social, não se pode implantar um Programa de Gestão Ambiental sem que este aborde as questões sociais, a empresa deverá “olhar” o seu entorno, pois é responsável por possíveis impactos a comunidade.

Pode-se em uma empresa ao implantar o Plano de Gestão contemplar ações sociais, como por exemplo, a Educação Ambiental, por este instrumento espera-se uma mudança de comportamento dos funcionários da empresa, da alta administração e de pessoas que fazem parte da comunidade.

Quando a empresa oferece risco devido a suas atividades; junto ao Plano de Gestão, faz-se também necessário um Plano de avaliação e ação de possíveis riscos.

Em um programa de Gestão Ambiental são considerados os processos de Gerenciamento de Resíduos, Gerenciamento da água, da energia e a qualidade do ar interna ao processo.

A responsabilidade da empresa vai além de suas fronteiras físicas pois deve ser compartilhada com os fornecedores de matéria prima ou equipamentos, todas as atividades devem ser realizadas com apoio de entidades públicas.

Para que a empresa consiga manter sua Política Ambiental se faz necessário o conhecimento das leis, a legislação aplicada pelo município, estado e federal; quando os produtos são importados  o conhecimento de leis internacionais também são necessários; para agir de modo preventivo de modo a não ter gastos com a remediação de risco a adoção de políticas mais restritivas é uma estratégia contudo a  Gestão Ambiental é de Responsabilidade Social, pois a proteção do Meio Ambiente normalmente realizada com o intuito econômico é um erro e deve-se buscar o benefício comum da preservação da VIDA em seu sentido maior, a VIDA não só da fauna e flora, mas a Vida HUMANA é necessária então uma Gestão Socioambiental.

Água de reuso para centros de pesquisa

Com os atuais níveis de consumo de água, estima-se que metade da população mundial não terá acesso a recursos hídricos de qualidade até 2050. Hoje já existem mais de dois bilhões de pessoas sem água encanada; para reduzir esse número em 50% em dez anos, a ONU decretou a Década da Água para os anos de 2005 a 2015. (VEJA, 2005).

Desenvolvimento sustentável é aquele desenvolvimento que atende às demandas da geração presente, sem comprometer as gerações futuras. (UNITED NATIONS, 1987).

Um dos princípios gerais da Agenda 21 é que os Estados devem cooperar com fim de reforçar as potencialidades de cada um para atingir o desenvolvimento sustentável, aumentando o conhecimento científico e tecnológico e intensificando o desenvolvimento, a adaptação, a difusão e a transferência de tecnologias, entre elas especialmente as mais recentes e inovadoras. Dentro deste contexto, este trabalho buscará auxiliar em novas formas de tecnologias na área de pesquisa para equipamentos em água de reuso e em normatizações quanto aos ensaios realizados nesta área.

Os Estados devem investir na educação, capacitação, ciência e tecnologia através de planos econômicos que façam abordagem ecológica e que possibilitem o desenvolvimento sustentável.  (Agenda 21).

O reuso implica em redução de custo, principalmente se é considerado em associações com novos projetos de sistemas de tratamento, uma vez que os padrões de qualidades de efluentes, necessários para diversos tipos de usos, são menos restritos do que os necessários para proteção ambiental.  (HESPANOL, 2002).

A implantação de Programas de Conservação e Reuso de Água pelo Setor Industrial reverte-se em benefícios econômicos que permitem aumentar a eficiência produtiva, tendo como consequências diretas a redução do consumo de água e a redução do volume de efluente gerado e, como consequências indiretas, a redução do consumo de energia e de produtos químicos, a otimização de processos e a redução de despesas com a manutenção. (FIESP/CIESP, 2005).

Considerando-se que o reuso de água constitui prática de racionalização, que a escassez está relacionada a aspectos de qualidade e quantidade de água, que são elevados os custos de tratamento de água e que a prática de reuso contribui para a proteção do meio ambiente, torna-se presente estabelecer diretrizes, critérios, padrões de qualidade e procedimentos que regulem a prática de reuso no Brasil. (DOMINGUES, 2005).

Embora algumas Universidades já utilizem a água de reuso é importante nos questionarmos porque diante da problemática da água, entidades conhecedoras da questão, tanto do ponto de vista científico como humano, ainda não realizam este procedimento de reuso.

Poluição do Ar e Saúde Pública

Qualidade do ar em São Paulo 14-10-2014

O estado atual do conhecimento científico

Segundo pesquisa da Equipe do Doutor Saldiva foi possível relacionar o aumento de mortes e a dispersão de partículas no ar e segundo ele: só em 2008 foram publicados pela comunidade cientifica mais de 100 estudos investigando os efeitos da poluição sobre a saúde humana.

Em sua palestra sobre o tema “Fontes emissoras responsáveis pela produção do aerossol atmosférico e ozônio na Cidade de São Paulo” A Doutora Sandra Maria de Fátima Andrade (Departamento de IAG-USP) utilizou como base o relatório da CETESB (Qualidade do Ar no Estado de São Paulo) e falou sobre as fontes de poluição nos dando as definições de:: Fumaça (FMC),Partículas  Inaláveis (MP10) ,Partículas Inaláveis Finas (MP2,5),Dióxido de Enxofre (SO2),Monóxido de Carbono (CO): Ozônio (O3) ,Dióxido de Nitrogênio (NO2) afirmou que  a formação do Ozônio relacionada ao aumento de concentração dos compostos orgânicos voláteis no ar (VOC) dos quais  destacam-se os hidrocarbonetos presentes na gasolina e os aldeídos presentes no álcool(Veja a tabela abaixo).

O Professor Doutor João Vicente Assunção, Departamento de Saúde Ambiental, FSP-USP teve como tema de sua palestra: “A concentração atmosférica de substâncias tóxicas não regulamentadas determinadas na Cidade de São Paulo”, segundo ele as fontes de liberação destas substâncias são: as incinerações de resíduos não hospitalares e a queima da cana-de-açúcar, há uma grande preocupação quanto à presença de substância tóxica com os metais pesados presentes na gasolina, assim como as dioxinas, furanos e hidrocarbonetos liberados na atmosfera, este compostos são causadores de doenças cardíacas, respiratórias e câncer de diversos tipos, além de problemas e baixo peso dos recém nascidos.

Segundo o Doutor Nelson Gouveia, Departamento de Medicina Preventiva, FM-USP o, em 2008 constatou-se aumento de caso de asma, declínio da função pulmonar e aumento de casos de anemia falciforme que devido à má formação das células sanguíneas ocorre dificuldade no transporte de oxigênio.

Em uma pesquisa realizada em 1998 e 2004 constatou-se que bebes que nascem em dias mais poluídos tem a ter baixo peso e nestas condições ocorre um aumento de mortes fetais tardias. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos relacionaram às alterações de crescimento pulmonar em crianças e o aumento de doenças congênitas cardíacas a dispersão de gás carbônico e ao ozônio. Há evidência de que a redução do risco ocorrerá com a redução na exposição, estudos epidemiológicos indicam que a possibilidade de diminuição dos riscos ocorre se os parâmetros de qualidade do ar forem atendidos. Em 2001 Braga relata o aumento de 10% nos casos de internações quando houve um amento de PM10 e NO2 também alertou para a possibilidade de alterações hormonais serem causadas pela dispersão de Nitrogênio. Em 2002 o pesquisador Martins relatou um acréscimo de 8,07% e 14,8% nas consultas por pneumonia e gripe. Foi constatado em 2005 que 18% de casos de infecções nas vias respiratória inferiores (brônquios e pulmões) devido ao aumento da concentração de gases de nitrogênio na atmosfera.

A Doutora Marina que representou Professor Doutor Luiz Alberto cujo tema foi Poluição Atmosférica e Saúde Fetal e Gestacional demonstrou nos estudos da equipe realizados com cobaias que a poluição do ar foi responsável por alterações de parâmetros reprodutivos, quantidade de gestações, perda gestacionais, abortos, menor quantidade de machos. O baixo peso ao nascer relacionado aos casos de diabetes, hipertensão e doenças cardio vasculares. Nos animais expostos constatou-se ainda a redução do espaço sanguíneo materno, redução de calibres venosos e alterações da função pulmonar.

Segundo a Professora Doutora Cristina Haddad (Secretaria de Saúde de São Paulo) cujo o tema da palestra foi: Fatores sócio econômicos como modificadores dos Poluentes Atmosféricos, as pesquisas demonstraram que a população com renda mais baixa principalmente crianças e idosos é a que apresentou e apresenta o maior número de casos de problemas cardíacos e respiratórios relacionados a qualidade do ar, dentre estes quadros estão processos alérgicos e infecções do trato respiratório superior (garganta e nariz), bem como inflamações dos brônquios com conseqüentes quadros de pneumonias e asma.

O Professor Doutor Eduardo Jorge Sobrinho (Secretaria do Verde e Meio Ambiente – Prefeitura de São Paulo palestrou sobre: O Papel da Qualidade do Combustível e da Tecnologia de Motores como Instrumento de Promoção da Saúde Pública. Segundo Eduardo Jorge: não faz sentido a Petrobras esperar pela existência dos motores P6; a cidade de São Paulo não pode depender da boa vontade das indústrias para o cumprimento da lei ambiental e a conta é sempre paga pelo SUS, É inaceitável o atraso na melhoria da qualidade do óleo diesel e suas justificativas, enquanto morrem mais de 3 mil pessoas por ano em decorrência das emissões elevadas dos motores diesel atuais e é inaceitável o uso de automóveis a diesel em larga escala ANTES de resolver TODOS os problemas existentes para que estes veículos sejam tão limpos quanto os flex atuais.

Diante dos fatos atuais: não podemos pensar em uma Política Nacional de Mudanças Climáticas que não tenha metas e, sobretudo que só venha a possuir metas relacionadas a questões econômicas (Crédito de Carbono ou criação de Fundos econômicos) é necessário incluímos as questões de Saúde Pública.

Fonte: CETESB (2007)
Fonte: CETESB (2007)

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