Dar voz à mentira não é imparcialidade, é irresponsabilidade

Por*  Herton Escobar/ LABJOR O trabalho do jornalista não pode se resumir ao de um mero interlocutor acéfalo; um reprodutor de declarações que simplesmente ouve o que cada lado tem a dizer para depois escrever: Fulano disse isso, Ciclano disse aquilo, sem qualquer tipo de triagem ou checagem da veracidade — ou, pelo menos, da…