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DIADESOL 2017: escolha os vencedores dos concursos de desenho e vídeo

Os concursos fazem parte do DIADESOL – Dia Interamericano de Limpeza e Cidadania. Também conhecido como DIADESOL das Américas (da expressão de origem espanhola Dia de los Desechos Sólidos), o projeto foi idealizado com objetivo de desenvolver atividades que despertem a consciência das populações sobre as questões relativas aos resíduos sólidos. No Brasil, a campanha é idealizada pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo (ABES-SP), que desde 2006 comemora a data com ações que buscam envolver todos os setores da sociedade, abrangendo pessoas de todas as idades.

Os desenhos foram enviados à ABES, por crianças e adolescentes entre 7 e 12 anos, de escolas públicas e privadas de todo o país  e abordaram o tema “Os resíduos sólidos e os 5 R’s”. No caso dos vídeos, que foram voltados à mesma temática, as inscrições foram abertas a todas as faixas etárias.

Já está aberta a segunda fase de votação do 8º Concurso de Desenho Infantil e 12º Concurso de Vídeo Amador DIADESOL. Na primeira fase, realizada entre os dias 19 a 20 de outubro, a Comissão Julgadora selecionou os finalistas da edição de 2017, que agora estão disponíveis no site da ABES-SP para votação do público.

Os vídeos estão dispostos com o nome dos autores em ordem alfabética e os desenhos estão dispostos com nomes das crianças em ordem alfabética.

Finalistas:

Desenho

  •  Ana Beatriz Nogueiras Nova – Colégio Decisão – São Paulo/SP
  • Beatriz Sayuri Fukase – EE Prof. Lazaro Soares – Riversul/SP
  • Bianca Gomes Belentani – EMEF Profª Regina Olinda Martins Ferro – Reginópolis/SP
  • Vitor Takuya Inohora Kawasaki – Colégio Marista de Ribeirão Preto – Ribeirão Preto/SP

Vídeo

  • Os 5 Rs – Bruno Sena – Suzano/SP
  • Alakazam! – Fabio Silva Santos -Guarulhos/SP
  • Você sabe o que são os 5R’s- Thiago da Silva Vieira – São Paulo/SP

A fase da votação vai de 23 a 27 de outubro de 2017.

Vote em: http://abes-sp.org.br/diadesol2017-votacao-concursos/

O resultado será divulgado na cerimônia de encerramento da campanha, que será realizada no dia 09 de novembro de 2017, no Auditório Araucária- UMAPAZ, no Parque do Ibirapuera, a partir das 8h30, conforme programação abaixo .

Convite Encerramento DIADESOL_2017_final - Cópia

Inscreva-se para o encerramento em:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfAcLlH00XkhWy1Z89WcW2nLohp9sTqAjpukRdEq5Zz8TQQBQ/viewform

 

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Semana de Saneamento e Ambiente na Unicamp

Por: Ana Marina Martins de Lima/Ambientedomeio

O evento será realizado de 04 a 07 de outubro e conta com a participação de especialistas da área, uma excelente oportunidade para atualização profissional.

A inscrição pode ser realizada no link:

https://docs.google.com/forms/d/1dYjInUloiT2v8_eTxMyuMuy1kGxQySzV58HlRxu0F0s/edit?ts=57e1728e

saneamento

 

Nossas questões ambientais

Por: Ana Marina Martins de Lima

São nossas as questões ambientais, porque da resolução de problemas muitas vezes criados por nós depende a nossa vida.

Um exemplo muito simples é questão da poluição do ar, como ocorre? Você já pensou nisto? A poluição do ar é resultante das atividades realizadas pelo homem em busca da modernidade; desde o inicio do desenvolvimento industrial foram liberadas na atmosfera toneladas de gazes tóxicos como o enxofre.

O que causa o enxofre? Chuva ácida que destrói a vegetação de dependendo de sua intensidade causa desconforto respiratório para os seres humanos, além de influenciar no sistema que não vemos as atividades realizadas no solo por microrganismos reapossáveis pela fertilização e adubação natural para que tenhamos bons resultados na economia agrícola.

Atualmente um dos maiores poluidores do ar são os carros por causa do uso de combustíveis poluentes, embora tenha ocorrido um bom desenvolvimento na construção de carros modernos há pouca consciência e efetividade em politicas públicas que retirem as frotas antigas de circulação.

As estradas ainda são o meio mais comum para uso de transporte de cargas direcionadas ao portos e o caminhões utilizam na sua maioria das vezes diesel altamente poluente.

Resultado: temos milhares de casos de pessoas que necessitam de atendimento médico devido á poluição do ar e isto é um fator comum que vai além de barreiras municipais, estaduais ou federais.

A poluição da água é tão complexa quanto a doa ar, vivenciando recentemente em nosso país a crise da água em uma grande Metrópole como São Paulo, foram realizados diversos eventos temáticos que reuniu milhares de especialistas da área.

Infelizmente nestes eventos a notícia que não gostaríamos de dar é que a crise é muito maior não só por causa de escassez da água tratada, mas pelas condições em que deixamos esta água, temos muita água, mas “água doente”.

Por meio de técnicas de análises desenvolvidas a partir de conhecimentos de profissionais da Química, da Biologia e da Geologia hoje o que encontramos é um cenário no qual temos muitos poluentes do ponto de vista químico alguns poluentes são resultantes da descarga de esgotos não tratados em mananciais vindos da indústria farmacêutica e mesmo o esgoto de nossas casas contem uma grande carga de “remédios” que consumimos como os hormônios e antibióticos que podem ser responsáveis pela modificação da fauna e flora, além de posteriormente serem reintroduzidos para nosso consumo.

Do ponto de vista Biológico, microrganismos podem sofrer mutações ou adaptações tornando-se mais resistente á antibióticos e quando reintroduzidos em nosso consumo causa doenças das quais são mais resistentes aos medicamentos já existentes em alguns caos além de bactérias temos infecções causadas por fungos.

Já na Geologia notícias também não são boas as principais causas de poluição do solo e consequentemente poluição de mananciais são o despejo de resíduos “lixões a céu aberto” ou não, temos que repensar nosso consumo, mas também qual a forma na qual os resíduos sejam eles recicláveis ou não são colocados à disposição sobre o solo até que sem destinado a sua função final. Além da poluição proveniente destes resíduos há uma grande carga de agrotóxicos, alguns como temos notícias são fabricados ou adulterados e vendidos para uso também em pequenas propriedades no entorno de cidades.

Do ponto de vista da postura das empresas houve uma evolução no uso de conhecimentos tecnológicos visando à chamada “economia verde”, mas ainda são necessárias medidas de eficiência e eficácia para que soframos um pouco menos em relação aos poluentes presente em nosso meio.

Um estudo de caso no qual devemos refletir é ocaso de uma tragédia ocorrida em Santos durante a queima de poluentes que teve como consequência visível a morte de milhares de peixes com a poluição da água e como consequência não visível por toda sociedade a poluição do ar e o impacto econômico pela proibição do consumo e venda de peixes na região.

Voltando para nossa consciência em meio a tantos eventos e reuniões é preciso estar atentos às necessidades colocada s por especialistas como, por exemplo, uma análise mais profunda da água que é disponibilizada para consumo humano, o desenvolvimento de novas formas de tratamento.

Do ponto de vista da Lei são necessárias revisões quantos as penas e os termos de ajuste de conduta nesta área, além de rever a forma de como o homem é inserido no MEIO AMBIENTE, pois a legislação deve manter a postura da proteção da fauna e da folha, mas também deve estar atenta à proteção da VIDA HUMANA, as questões de saúde também devem estar presentes principalmente quando ocorre a avaliação do impacto causado por desastres e o possível impacto de novos empreendimentos.

 

Inovação na gestão de resíduos

Por Carlos Roberto Vieira da Silva Filho- ABRELP- FIESP

Pela primeira vez, o Brasil sediou o maior evento de resíduos sólidos do mundo, o Congresso Mundial ISWA 2014. Realizado em São Paulo, o encontro foi de fundamental importância, pois reuniu os mais renomados especialistas e também autoridades governamentais envolvidas com o tema para debater os desafios do setor, com vistas à aplicação efetiva dos princípios e diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), principalmente com relação ao melhor aproveitamento dos materiais descartados. Destaques da programação do Congresso e as experiências de sucesso vivenciadas por outros países, principalmente da Europa, mostraram que, sim, é possível implementar uma gestão integrada e sustentável dos resíduos com base numa hierarquia que privilegia a não geração ou minimização, a reutilização, a reciclagem, a recuperação, o tratamento e, por fim, a deposição final dos rejeitos em aterros sanitários.

Um dos cases apresentados foi o da região de Flandres, na Bélgica. A primeira política de manejo de resíduos, implantada em 1981, hoje é exemplo pela eficiência de seu sistema de logística reversa, que contempla 18 tipos diferentes de resíduos e se baseia no conceito da economia circular, ou seja, evitar o uso de matérias-primas virgens no ciclo produtivo. Todo esse conjunto de iniciativas permitiu à região de Flandres reduzir em 25% a geração de resíduos sólidos urbanos, ao mesmo tempo em que ampliou para 75% o índice de reciclagem.

Também na Bélgica, a cidade de Antuérpia introduziu na gestão dos resíduos o princípio do “Poluidor-Pagador”, que consiste em um sistema no qual o consumidor é quem paga pela coleta porta a porta de resíduos, de acordo com a quantidade gerada. Com isso, quanto mais o cidadão reciclar, menos pagará pela coleta.

Outra tendência forte identificada durante as sessões é a recuperação energética dos resíduos, que permite não só a geração de energia, mas também a obtenção de biocombustíveis e matérias-primas para a indústria química. Atualmente, os países desenvolvidos usam as tecnologias de waste-to-energy (WTE) como a principal solução para tratamento dos resíduos pós-reciclagem mecânica.

Nos Estados Unidos, já há mais de 80 plantas de WTE em operação, que juntas produzem 2.554 MW de energia. Vale destacar que, com as tecnologias disponíveis hoje, é possível recuperar, em cada tonelada de resíduo, cerca de 0,5 MWh de energia – o suficiente para abastecer 500 casas –, bem como reduzir em 0,5 a 1 tonelada a emissão de carbono na atmosfera.

Para dar uma ideia da magnitude dessa tendência, um estudo inédito divulgado pela ISWA (International Solid Waste Association) durante o congresso destacou que, somente neste ano, os investimentos globais em projetos de resíduos sólidos já somam mais de US$ 100 bilhões, sendo que 44% dizem respeito a empreendimentos do setor privado envolvendo a geração de energia a partir do lixo.

Mas não é só a geração de energia que consolida a utilização dos resíduos como um recurso. O mundo tem acompanhado o crescimento do comércio internacional de materiais descartados, principalmente de plástico, que podem ser utilizados como matéria-prima em novos processos produtivos. Das mais de 15 bilhões de toneladas geradas anualmente na Europa, 56% são exportados para a China, que conta com milhares de estruturas de reprocessamento. Para 2020, a previsão é de que a demanda por este tipo de resíduo cresça 85%.

No contexto do Brasil, todos esses exemplos positivos só reforçam a necessidade de o País acelerar as iniciativas que vão garantir uma gestão integrada e sustentável dos resíduos sólidos. Para isso, deve-se ter em mente que a PNRS traz diversas oportunidades para novos negócios e novos setores da economia, sendo muito mais abrangente do que apenas a obrigatoriedade de fechamento dos lixões e demais locais assemelhados. Reduzir a PNRS a esse único ponto é o mesmo que deixá-la em estado vegetativo, ou seja, as funções continuam ativas, porém sem inteligência alguma.

Fontes alternativas de geração de energia serão discutidas em Congresso Internacional

Um recente estudo europeu aponta três países com grande potencial na oferta de matéria prima para produção de biomassa com fins energéticos: Austrália, África do Sul e Brasil. O Brasil, entretanto, desponta por já possuir um setor agro-florestal extremamente desenvolvido. Nesta safra serão 183 milhões de toneladas de grãos produzidas , o que representa uma grande oferta de resíduos decorrentes da colheita e beneficiamento desta safra.

O Brasil também se destaca mundialmente pela geração de energia renovável. A presença da energia de biomassa vem crescendo rapidamente nos últimos anos, e a adoção deste tipo de energia ajuda a reduzir a pressão sobre as fontes tradicionais, e também oferece um destino sustentável para resíduos agropecuários e urbanos.

No entanto a principal fonte de energia através de resíduos da biomassa no Brasil é a cana-de-açúcar. De cada tonelada do produto, 250 kg é bagaço e outros 204 kg, palha e pontas. Tudo pode ser reaproveitado para geração de energia elétrica. Em São Paulo, toda a colheita precisará ser mecânica a partir de 2014. Isto significa que deve ser aproveitado aproximadamente 98% da casca e folha, e a produção de energia deve aumentar entre 40% e 50%.

Na área florestal são 6,3 milhões de hectares plantados com uma produção de 175 milhões de m3 de madeira em tora, além de milhares de toneladas de resíduos lenhosos e florestais. Relatório da Bracelpa, destaca que o Brasil passou a ter uma das melhores produtividades do mundo com relação a florestas plantadas de eucaliptos, que hoje produzem 36 m³ /ha/ano, e possibilidade de alcançar até 56 m³/ ha /ano.

No caso da biomassa de madeira estudos revelam que atualmente esta fonte responde por 8,7% da matriz energética mundial e 13,9% da brasileira.

Os resíduos florestais e industriais são a maior oportunidade no curto prazo, enquanto a oferta oriunda de plantações de finalidade exclusivamente energética ainda é pequena, mas tem grande potencial de desenvolvimento no longo prazo, em especial no Brasil.

Além do aproveitamento de resíduos agrícolas e urbanos para geração de, o mercado de biocombustíveis também será tema de painéis exclusivos do Congresso, com a presença de destacados especialistas do setor.

Os exemplos bem sucedidos da Europa na adoção de políticas de inventivo a energias renováveis serão o grande destaque do grande temário, onde o diretor da Associação Européia das Indústrias de Biomassa, Jean-Marc Jossart, trará exemplos claros dos benefícios á economia e ao meio ambiente na adoção de políticas de incentivo ás energias renováveis e limpas.

Para abertura do evento foram convidados: Geraldo Alckmin (Governador do estado de São Paulo), Jose Anibal (Secretário de Energia do Estado de São Paulo), Rubens Ricupero (Embaixador, diretor da Faculdade de Economia da Faap e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo, ex secretário-geral da Unctad -Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e Ildo Sauer (Diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, ex-Diretor de Energia e Gás da Petrobrás)

O 8º Congresso Internacional de Bioenergia, acontece no Centro de Exposições Imigrantes, nos dias 5 a 7 de novembro, com a realização conjunta da 6ª BioTech Fair – Feira Internacional de Tecnologia em Bioenergia e Biocombustíveis, irá reunir empresas ligadas a produção de máquinas, equipamentos e tecnologias voltadas a energias renováveis, com destaque a biomassa e biocombustíveis, e do 2º Congresso Brasileiro de Eucalipto.

Mais Informações: http://bioenergia.net.br/congresso/br/index.php

Projeto de Lei – Política Nacional de Resíduos Sólidos

Por Ana Marina Martins de Lima/ Ambeintedomeio.com 

Fonte: Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública

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CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1° Esta Lei institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e dispõe sobre diretrizes gerais aplicáveis aos resíduos sólidos no País.

Art. 2° São diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos:

I – proteção da saúde pública e da qualidade do meio ambiente;
II – não-geração, redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos, bem como destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos;
III – desenvolvimento de processos que busquem a alteração dos padrões de produção e consumo sustentável de produtos e serviços;
IV – educação ambiental;
V – adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias ambientalmente saudáveis como forma de minimizar impactos ambientais;
VI – incentivo ao uso de matérias-primas e insumos derivados de materiais recicláveis e reciclados;
VII – gestão integrada de resíduos sólidos;
VIII – articulação entre as diferentes esferas do Poder Público, visando a cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos;
IX – capacitação técnica continuada na área de resíduos sólidos;
X – regularidade, continuidade, funcionalidade e universalização da prestação de serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, com adoção de mecanismos gerenciais e econômicos que assegurem a recuperação dos custos dos serviços prestados, como forma de garantir sua sustentabilidade operacional e financeira;
XI – preferência, nas aquisições governamentais, de produtos recicláveis e reciclados;
XII – transparência e participação social;
XIII – adoção de práticas e mecanismos que respeitem as diversidades locais e regionais; e
XIV – integração dos catadores de materiais recicláveis nas ações que envolvam o fluxo de resíduos sólidos. Continuar lendo “Projeto de Lei – Política Nacional de Resíduos Sólidos”

Gestão de Residuos da Saúde

O prometo do Fundo Global do Ambiente apresentou sua situação a nível global e os lineamentos para sua posta em marcha na Argentina. O objetivo principal do Projeto GEF é demonstrar e promover as técnicas de boas práticas da gestão de resíduos sanitários, para minimizar ou eliminar a liberação de contaminantes orgânicos persistentes e de mercúrio no ambiente. Acaba de ser realizado na Argentina, a Primeira Oficina de Implementação do Projeto e participaram, entre outros, Firuzeh Mahmoudi, Coordenadora Global do Projeto; representantes do Ministério da Saúde da Nação, da subsecretaria de Relações Sanitárias e Pesquisa a cargo do Dr. Adolfo Sánchez de León e membros das organizações civis Saúde sem Dano e GAIA. Na Argentina, o projeto será coordenado pela Direção Nacional de Determinantes da Saúde e Pesquisa, do Ministério da Saúde da Nação, a cargo do Dr. Ernesto De Titto. Saúde sem Dano junto à Organização Mundial da Saúde são as principais entidades cooperadoras.Os países onde estão sendo implementados este projeto, além da Argentina são: Índia, Letônia, Líbano, Tanzânia, Filipinas, Senegal e Vietnã. Em cada país participante, o projeto desenvolverá práticas seguras de gestão de resíduos sanitários através da colaboração de pelo menos um grande hospital, como também a combinação apropriada de estabelecimentos menores. Procura-se fornecer tecnologias distintas da incineração e desenvolve um plano de capacitação sobre melhores práticas de prevenção e gestão de resíduos de estabelecimentos de saúde. 

Fonte: Boletim Saúde sem Dano: http://boletin.saludsindano.org/nro007p/boletin.html#1

 

Referência em Resíduos

 Enviado por Tamires Andrade

CMRR forma mais 100 alunos nos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs)

Nesta semana, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) forma cerca de 100 alunos dos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs). Os cursos são gratuitos e buscam potencializar o papel do jovem na melhoria da qualidade socioambiental, além de ampliar a geração de trabalho e renda.

Dividido em quatro módulos, o curso de Gestão e Negócios em Resíduos prepara os estudantes para o mercado de trabalho, assim como para a organização e administração de seu próprio negócio a partir de resíduos domésticos (papel, plástico, madeira, metal e compostagem), específicos (de serviços de saúde, de construção civil, de postos de combustíveis, de supermercados) ou especiais (pneus, lâmpadas, pilhas e baterias). Continuar lendo “Referência em Resíduos”

3º Prêmio Brasil Meio Ambiente

No dia 22 de janeiro, em cerimônia no Museu de Arte Moderna, RJ, serão premiadas as empresas e iniciativas vencedoras do 3º Prêmio Brasil Meio Ambiente.

 

O Prêmio tem por objetivo estimular o desenvolvimento sustentável e a continuidade e ampliação da consciência ambiental no país. Foram inscritos 188 projetos para esta edição do prêmio. A análise dos cases foi realizada com a estruturação técnica da Confederação Nacional da Indústria (CNI),os critérios de avaliação envolveram  o cumprimento dos objetivos, seu grau de inovação e replicabilidade, a abrangência, a criatividade nas soluções, a utilização de tecnologias limpas ou inovadoras e a sustentabilidade do projeto. Continuar lendo “3º Prêmio Brasil Meio Ambiente”