Editorial

Sobre o Ambiente do meio: foi criado em 2007 por uma necessidade de cooperar com os jornalistas e educadores bem como pessoas leigas em sua necessidade de encontrar informações sobre questões socioambientais.

Nossa Missão: Informar com qualidade, visando a Ação para um meio ambiente sustentável baseado na Cultura de Paz e compartilhar a nossa visão de meio ambiente, norteados pela simplicidade e objetividade com qualidade e respeito aos direitos autorais.

Nossas conquistas: baseados em nosso conteúdo alguns colaboradores da mídia desenvolveram novos conteúdos que serviram de base em discussões acerca de nossas necessidades na resolução de problemas socioambientais, algumas empresas fizeram revisões em suas missões no quesito qualidade ambiental, nosso conteúdo foi referência para documentos de governo e é utilizado em meios acadêmicos.

eu

Sobre a autora/ editora: Ana Marina Martins de Lima é Jornalista e Bióloga;  Pós-graduada nas Especializações de Gestão Ambiental (SENAC) e Gestão e Controle Ambiental em Serviços de Saúde (UNIFESP) e capacitada em Comunicação de Risco pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde.

Mais informações: http://lattes.cnpq.br/8821858075572868  

“Proteger o meio ambiente custa caro. Não fazer nada custará mais caro ainda”  

Kofi Annan

Algumas palavras da editora: Se faz necessário uma mudança de comportamento de tomadores de decisão e de servidores públicos cujas atividades estão relacionadas ao impacto à saúde humana de crimes ambientais e “desastres”, bem como acidentes não investigados e relacionados ao descarte inadequado de produtos perigosos e resíduos de serviços de saúde. Em se tratando de saúde ambiental as equipes de profissionais devem ser de colaboradores de áreas diferentes como por exemplo: médicos, biólogos, geógrafos, gestores ambientais, enfermeiros e psicólogos, coordenados por profissionais médicos com conhecimento em toxicologia.

Necessitamos em todo o mundo de rever nossas leis relacionadas ao tema Meio Ambiente, incluirmos a Saúde Humana como parte essencial de processos relacionados a questão principalmente quando ocorrerem impactos a saúde humana derivados de Crimes Ambientais a exemplo de Mariana, exploração de derivados de petróleo, utilização de tecnologias condenadas em alguns países como o Frackins que polui o solo e águas além de ocasionar desvios no solo e riscos de terremotos e descartes de resíduos industriais em áreas rurais próximos as comunidades e áreas de preservação ambiental.

O poder judiciário deve agir de forma a qualificação de pessoas para melhor julgar as causas ambientais onde os Termos de ajuste de conduta devem prever também benefícios para o sistema de saúde que irão tratar as consequências de doenças toxicológicas. Promotores de justiça da Saúde devem também estar presentes em causas ambientais junto aos promotores de justiça Ambiental quando forem constatados os riscos à saúde humana. Muito difícil é a condução de um processo pois muitas vezes há uma “dança de cadeiras” também no judiciário.

As questões socioambientais devem estar presentes nas pautas de comunicadores pois a divulgação de uma informação correta pode facilitar ao poder judiciário uma melhor atuação. O impacto socioambiental em uma comunidade não pode ser desprezado pela mídia a exemplo de moradores da região da baixada santista que tinham a pesca como principal fonte de renda e hoje “passam fome”, pois os processos no judiciário são muitos lentos e infelizmente muitas empresas tem apenas certificações e de fato não realizam atividades de responsabilidade social.

A Sustentabilidade Ecológica não pode ser vista somente no contexto ambiental como um tema distante da Economia Global, empresas devem realizar sua contribuição para minimizar o resultado que já temos das atividades que geram impacto negativo a exemplo do aquecimento do planeta, menor disponibilização de alimentos e água potável para população.

A implementação da Gestão Ambiental em uma empresa requer ética e uma visão sistêmica onde fatores socioambientais são considerados como base e fatores econômicos serão as consequências de uma valoração moral de seus colaboradores.

Preservar a natureza humana é um dever de todos, se não houver respeito aos conhecimentos que já adquirimos sobre a Biodiversidade e a utilização deste conhecimento para elaboração de Políticas Públicas adequadas nós continuaremos a sofrer consequências de nosso consumo sobre o Clima do Planeta atrelados a problemas de Saúde Humana e outras questões sociais como por exemplo a morte de milhares de pessoas que ainda moram em locais de risco.

Envie sugestões de pauta ou seu artigo para os e-mails:

ambientedomeio@uol.com.br ou ambientedomeio@live.com