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Gestão Ambiental em Laboratórios

Por: Ana Marina Martins de Lima

Conforme Paladini (2004, p.20) “A palavra qualidade apresenta características que implicam dificuldades de porte considerável para sua perfeita definição. Não é um termo técnico exclusivo (como citoplasma, por exemplo, um conceito que pouco se usa fora da biologia celular), mas uma palavra de domínio público. Isso significa que não se pode defini-la de qualquer modo, certo de que as pessoas acreditarão ser este seu significado, porque o termo é conhecido em nosso dia-a-dia”. Alem disso, não é um termo empregado em contextos bem definidos.”

Segundo Robbles & Boneli (2006, p.19) a qualidade ambiental consiste no atendimento aos requisitos de natureza física, química, biológica, social, econômica e tecnológica que assegurem a estabilidade das relações ambientais no ecossistema no qual se inserem as atividades da empresa.

“Denomina-se qualidade do projeto a analise que se faz do produto em termos de qualidade, a partir da estruturação de seu projeto. Como a qualidade representa a adequação ao uso, essa análise representa a avaliação de como os requisitos do mercado estão sendo atendidos pelas especificações do projeto”. (PALADINI, 2004, p.86).

A qualidade aqui prevista é referenciada pela ISO: 17025, relacionada com a qualidade de serviços prestados por laboratórios, busca-se também a satisfação do cliente, mas nos dias atuais torna-se necessário a implementação da qualidade visando a conservação e proteção do meio ambiente sendo assim faz-se necessário a implementação de Normas que estejam relacionadas com a Gestão Ambiental, neste caso a Norma em estudo é a ISO 14001:2004.

De acordo com Barbiere (2006, p.21): “Qualquer proposta de Gestão Ambiental inclui no mínimo três dimensões, a saber: (1) a dimensão espacial que concerne à área na qual se espera que as ações de gestão tenham eficácia; (2) a dimensão temática que delimita as questões ambientais às quais as ações se destinam; e (3) a dimensão institucional relativa aos agentes que tomaram iniciativas na gestão”.

A proposta de Gestão ambiental está diretamente relacionada com os impactos o qual uma instituição pode geral, sua área ocupada e a abrangência de responsabilidade da instituição.

De acordo com a Norma ISO 14001:2004 é necessário um estudo dos impactos, bem como as soluções para a minimização ou mesmo extinção das atividades que ocasionam os impactos. Segundo Tinoco (2004, p.109)

 “Gestão ambiental é o sistema que inclui atividades de planejamento, responsabilidades, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental. É o que a empresa faz para minimizar ou eliminar os efeitos negativos provocados no ambiente por suas atividades”.

Outro objetivo importante e que pode ser obtido através da implementação do Sistema de Gestão Ambiental é a Ecoeficiência, segundo o Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável – CEBDS (2007): o conceito de Ecoeficiência sugere uma significativa ligação entre eficiência dos recursos (que leva a produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Portanto, Ecoeficiência é o uso mais eficiente de materiais e energia, a fim de reduzir os custos econômicos e os impactos ambientais.

São elementos da Ecoeficiência:

  • Reduzir o consumo de materiais com bens e serviços.
  • Reduzir o consumo de energia com bens e serviços.
  • Reduzir a dispersão de substâncias tóxicas.
  • Intensificar a reciclagem de materiais.
  • Maximizar o uso sustentável de recursos renováveis.
  • Prolongar a durabilidade dos produtos.
  • Agregar valor aos bens e serviços.

Os Laboratórios podem contribuir com a preservação do meio ambiente á medida em que atua de forma consciente evitando os possíveis impactos de sua atividade, para isso basta que sejam adotadas uma série de normas relacionadas á Gestão Ambiental.

No Sistema de Gestão Ambiental aqui proposto poderão ser utilizados os seguintes instrumentos da Gestão Ambiental:

  • Educação Ambiental
  • Produção Mais Limpa
  • Química Verde

Quanto ao estudo da aplicabilidade do Sistema de Gestão Ambiental em Laboratórios deverá considerar os seguintes procedimentos:

  1. Programa de Gerenciamento de resíduos
  2. Programa de Biossegurança
  3. Programa de Gestão de água.

BIBLIOGRAFIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NORMA ISO 14001. Sistema da gestão ambiental- Requisitos com orientações para uso. ABNT, 2004.

BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos. São Paulo: Editora Saraiva 2006.

CEBDS– Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em http://www.cebds.org.br/cebds/. Acesso em 9 de março de 2007.

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente Resolução 306/2002

DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006.

PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade Teoria e Prática. 2º. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

PHILIPPI, Tatiana Tucunduva. Avaliação ISO 14001: Estudo de Caso no Setor Automotivo. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública). Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 2003.

ROBLES Junior Antonio BONELLI, Valério Vitor. Gestão da Qualidade e do meio Ambiente: Enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006.

SÁNCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: conceito e métodos. Oficina dos Textos: São Paulo, 2006.

SLACK, Nigel. CHAMBERS, Stuart. JONHSTON, Robert. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2002.

SIMONS, Mônica Osório. Apostila de Educação Ambiental (Curso de Pós Graduação em Gestão Ambiental). São Paulo: SENAC, 2006.

TINOCO, João Eduardo Prudêncio, KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira. Contabilidade e Gestão ambiental. São Paulo: Atlas. 2004.

VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade Ambiental: ISO 14000. 4º ed.. São Paulo: SENAC, 2002.

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Lixo eletrônico representa ‘crescente risco’ ao meio ambiente e à saúde humana, diz relatório da ONU

Por ONU

O crescente volume de lixo eletrônico, incluindo produtos descartados com bateria ou tomada, tais como celulares, laptops, televisores, refrigeradores e brinquedos eletrônicos, representam uma importante ameaça ao meio ambiente e à saúde humana, alertaram as Nações Unidas em dezembro (13).

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Foto: UIT

Em 2016, foram gerados 44,7 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, um aumento de 8% na comparação com 2014. Especialistas preveem um crescimento de mais 17%, para 52,2 milhões de toneladas métricas, até 2021.

“A proteção do meio ambiente é um dos três pilares do desenvolvimento sustentável (…). A gestão do lixo eletrônico é uma questão urgente no mundo digitalmente dependente de hoje, onde o uso de aparelhos eletrônicos está aumentando”, disse Houlin Zhao, secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT).

O relatório “Global E-Waste Monitor 2017”, lançado por UIT, Universidade da ONU e Associação Internacional de Resíduos Sólidos (ISWA, na sigla em inglês), enfatiza os crescentes volumes de lixo eletrônico e seu descarte e tratamento impróprios por meio de queimadas ou lançamento em lixões.

Em 2016, foram gerados 44,7 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, um aumento de 8% na comparação com 2014. Especialistas preveem um crescimento de mais 17%, para 52,2 milhões de toneladas métricas, até 2021.

Em 2016, apenas 20%, ou 8,9 milhões de toneladas métricas, de todo o lixo eletrônico foram reciclados.

“O Global E-Waste Monitor serve como uma fonte valiosa para governos desenvolverem suas necessárias estratégias políticas, de gestão e padronização para reduzir os efeitos adversos do lixo eletrônico para a saúde e o meio ambiente”, disse Zhao.

Com 53,6% dos domicílios globais acessando a Internet, as legislações e políticas nacionais de lixo eletrônico têm importante papel em governar as ações dos atores envolvidos no tema.

Atualmente, 66% da população mundial, vivendo em 67 países, está coberta por leis nacionais de gestão do lixo eletrônico, um aumento significativo frente aos 44% de 2014.

As baixas taxas de reciclagem podem ter impactos econômicos negativos. Em 2016, foi estimado que o lixo eletrônico continha depósitos de ouro, prata, cobre, paládio e outros materiais recuperáveis, cujo valor total era estimado em 55 bilhões de dólares.

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Leia: Global-E-waste Monitor 2017

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Comunidade de Peruíbe continua em luta contra termoelétrica

Por: COESUS/ 350.org

Projeto de emenda à lei orgânica que proíbe o empreendimento será reapresentado nesta quarta-feira às 17h na Câmara Municipal de Peruíbe.

hidroperuibe

Movimentos populares de Peruíbe estão mobilizados para comparecer, na tarde desta quarta-feira,  à Câmara Municipal da cidade. O objetivo é acompanhar a reapresentação do projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município,  que impede a instalação de grandes empreendimentos que emitam gases poluentes e causadores de chuva ácida. O propósito maior da medida é barrar a instalação de uma usina termoelétrica no município.

Na semana passada, em segunda votação, o projeto não foi aprovado porque seis dos 15 vereadores se ausentaram do pleito – não conseguindo a Frente Parlamentar, que defende a emenda, atingir os dez votos mínimos necessários. “Nos vimos diante de uma grande manobra arquitetada pelos grupos de poder, que vem influenciando a nossa política local com interesses econômicos escusos. Perdemos a votação mas não perdemos nossa ação mobilizadora. Pelo contrário, estamos cada vez mais fortes”, afirma Marcelo Carvalho Saes ativista do Coletivo Ativista Litoral Sustentável (CALS)

A comunidade, que é a contra a instalação da usina, e que lotou o plenário para acompanhar a votação, revoltou-se com a postura dos representantes. Os vereadores a favor da emenda decidiram reapresentá-la nesta quarta-feira. Segundo a vereadora da Frente Parlamentar, Milena Bargieri, nesta quarta-feira será feita novamente a leitura do projeto, que depois seguirá o trâmite normal, passando por todas comissões antes de ir à votação no plenário.

“Depois da fuga de seis dos nossos vereadores da votação passada, mostraremos que não desistiremos de salvar Peruíbe e o resto de Mata Atlântica que ainda há no mundo. Pressionaremos até a emenda ser aprovada”, declaram ativistas do movimento.

Em defesa da vida

A emenda trata de uma proposta de alteração da Lei Orgânica do Município de Peruíbe, que visa proteger a cidade de mega-empreendimentos poluidores e fortalece os empreendimentos hoteleiros e comércios de baixo impacto socioambiental. Peruíbe é um município com título de estância balneária e 46% do território é composto por unidades de conservação, com presença de aldeias indígenas. Além da poluição do ar, estudos apontam que a termoelétrica usará água do mar e devolverá essa dessalinizada e contaminada, impactando na perda da da biodiversidade marinha.

A mobilização contra o projeto reúne a sociedade civil, organizações e coletivos que seguirão lutando para impedir os perigos do projeto industrial da Gastrading Comércio de Energia. Representantes da COESUS – Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida, a 350.org Brasil e América Latina e a Fundação Arayara estarão novamente presentes em Peruíbe, nesta quarta-feira, para apoiar o movimento em mais uma ação do programa “Litoral no Clima”.

“Não podemos permitir que um dos mais belos balneários de São Paulo seja destruído para atender interesses de poucos. Defendemos o desenvolvimento sustentável e o incentivo a fontes de energia renováveis”, afirma Juliano Bueno de Araujo, coordenador de campanhas da 350.org Brasil e América Latina e coordenador nacional da COESUS.

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Projeto Qualidade da Água do MPF se mobiliza para criação de rede digital

Por: Ascom/PRR3

Reunião interdisciplinar discute complexidade de informações que deverão compor um banco de dados da rede digital inteligente

Ascom/PPR3
Ascom/PPR3

O Projeto Qualidade da Água, da Câmara de Meio Ambiente do Ministério Público Federal, reuniu no último em  28 de setembro, atores públicos e privados para tratar das informações multidisciplinares e ferramentas que deverão integrar a rede digital a ser desenvolvida até 2018. O projeto é gerenciado pela procuradora regional da República Sandra Akemi Shimada Kishi. Além de membros do MPF, do Ministério Público do Estado de São Paulo  e da Defensoria Pública, estiveram presentes representantes dos setores empresariais e do governo, gestores ambientais, de recursos hídricos, pesquisadores de saúde pública e outras áreas e representantes de diversos setores da sociedade civil. Todos discutiram a criação dessa nova ferramenta que propiciará o cruzamento de importantes dados auxiliando no suporte a decisões estratégicas e proativas.

Será um espaço virtual que reunirá informações sobre recursos hídricos, saúde pública, saneamento, tecnologias, meio ambiente e outras áreas afins aliada à ferramenta de avaliação de risco socioambiental por bacia hidrográficas, que permitirá uma visão integrada sobre a qualidade da água, explicou a gerente do Projeto Qualidade da Água, Sandra Kishi.

Além de possibilitar a geração de novos conhecimentos pela interação das diversas áreas de conhecimento e monitoramento, Sandra Kishi disse que “a ideia é que a população possa monitorar, com base em parâmetros confiáveis, algo de extrema relevância para sua vida”. “É preciso transparência, acesso efetivo à informação e engajamento da população para um controle social de seus direitos e garantias”.

Os objetivos poderão ser alcançados com ferramentas inovadoras para a participação da sociedade e cruzamento de informações em um banco de dados completo: documentos, artigos científicos,pareceres e decisões judiciais, mapas interativos, pesquisas, links para monitoramentos de órgãos oficiais de gestão, tutoriais, relatórios, metodologia avaliação pela sociedade de risco ambiental e outros dados que possibilitem um sistema integrado de georrefenciamento por janela webservice etc.

O projeto Qualidade da Água, que teve início em janeiro de 2015, reúne hoje mais de 70 colaboradores, entre pesquisadores, gestores de recursos hídricos, representantes de agência reguladoras, membros dos Ministérios Públicos e outros segmentos públicos e privados. Sandra Kishi explicou que a Rede Digital é o resultado desse trabalho de articulação de quase dois anos.

Da reunião do dia 28 de setembro, participaram representantes da Agência Nacional da Água (ANA), da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), da Polícia Militar Ambiental, Agência de Bacia, profissionais da área da saúde, pesquisadores, representantes do setor empresarial, de ONGs, de fundações, entidades de financiamento e membros do Ministério Público Federal e Estadual e de profissionais de tecnologia da informação e comunicação de diversos órgãos presentes.

A reunião pública contou com a moderação do professor Marcelo Drügg Barreto Vianna, do MBA de Facilities da Poli-USP-Universidade de São Paulo, e com a participação da advogada, mestre no tema Efetivação das Metas de Qualidade de Águas pela USP  Lilia Diniz, que elaborou o Manual de Atuação em Qualidade da Água do Ministério Público Federal, ambos idealizadores da Rede Digital Inteligente em conjunto com a procuradora regional SandraKishi, atuando pro bono para o projeto do MPF.

De início, Mauro Sobrinho, coordenador de tecnologia da informação do MPF, em Brasília, considerou a consonância de qualquer proposta nessa linha com o planejamento estratégico institucional e objetivos para a área de TI.

Na sequência, Rosa Lemos de Sá, secretária-executiva do Funbio-Fundo Brasileiro para a Biodiversidade esclareceu o objetivo de prover um mecanismo financeiro voltado à conservação da biodiversidade, atuando o Fundo como parceiro estratégico do setor privado e de órgãos públicos, viabilizando investimentos socioambientais das empresas e a redução dos impactos causados por elas no ambiente. Na esfera pública, o Funbio auxilia na consolidação de políticas de conservação e viabilização de programas de financiamento e compensação ambiental.

O Funbio promove a gestão de mecanismos financeiros e projetos integrando biodiversidade, mudanças climáticas e a articulação de atores em nível nacional e internacional. Apóia a fiscalização e monitoramento de unidades de conservação e não somente de planos de manejo. O Funbio se tornou a primeira agência implementadora nacional do GEF- Global Environmental Facility da América Latina. Para a COP 13 da Convenção da Biodiversidade, o Funbio pretende operar painéis interativos com a sociedade e reunir projetos relacionados a biodiversidade e florestas.

Outro foco importante discutido na reunião foram os parâmetros para o monitoramento das águas. Professora de Ecologia da Universidade Metodista de Piracicaba, Sílvia Gobbo apontou as dificuldades de determinar todos os poluentes presentes nas águas superficiais “em tempo e custos exequíveis”. Sugeriu estudo epidemiológico e protocolos de Saúde como reforço para atendimento dos parâmetros, sendo que projeto nesse sentido está sendo gerenciado pelo procurador da República em Santos, Antônio Donizete Molina Daloia, que esclareceu na ocasião detalhes sobre o monitoramento de contaminações de pessoas em áreas contaminadas desde a década de 70 com parceria na área da saúde, com a Vigilância Sanitária e Epidemiológica.

Em relação aos parâmetros para o monitoramento e o controle da qualidade da água, os participantes da reunião ressaltaram a importância de sempre prevalecer o princípio da precaução, ou seja, a garantia contra os riscos potenciais em relação à saúde pública, poluição das águas e dos mananciais.

Analistas de TI da CETESB esclareceram que há 425 postos de monitoramento manual e 15 automáticos on line, sendo que os 9 parâmetros para saneamento em termos de IQA (índice de qualidade da água correspondem aos usados mundialmente, abarcando análise para desreguladores endócrinos (hormônios).

Consultor de sustentabilidade, Nelson Al Assal Filho, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), disse que a Rede Digital não deve apenas permitir o acesso às informações, mas também manter diálogo com os diversos segmentos da sociedade, para que as percepções desses em relação à qualidade da água também sejam consideradas na construção do conhecimento.

O evento contou também com contribuições relevantes de representantes das diversas entidades e organizações, que estavam representadas na reunião, entre eles, o defensor público Marcelo Carneiro Novaes, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

Também participaram da reunião: Alexandre Saadi e Francisco Barciella Júnior (Tecnologia de Informação e Comunicação da PRR da 3ª Região); Ana Marina Martins de Lima (Site  Ambiente do Meio); Antônio José Donizete Molina Daloia (Procuradoria da República de Santos/SP); Bárbara Daniella Lago Modernell e Nathalia Lima (Mestrandas do Mackenzie); Cristiano Budreckas e Roberto Fermani (IBRA – Instituto Brasileiro de Referência Ambiental); David Canassa e Frineia Rezende (Votorontim S/A); Denise Arnizaut de Mattos (IEDC – Instituto de Estudos Direito e Cidadania); Eduardo Bertolleti (Sociedade Brasileira de Ecotoxicologia); Eduardo Cuoco Leo (Agência de Bacias PCJ); Eduardo Motta Alves Peixoto e Roberto Fermani (Instituto Brasileiro de Referência Ambiental – IBRA); Fabio Neto Moreno, Marta Condé Lamparelli, Nelson Menegon Junior e Roberto Xavier de Oliveira(CETESB); João Soares da Costa Vieira (Polícia Militar do Estado de São Paulo); Juliano de Almeida Andrade (OXI Ambiental/Piaram); Leandro Henrique Ferreira Leme (Promotoria de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo – GAEMA/Cabeceiras); Maria Cristiane Bartasson (PIARAM); Maurício Cezar Rebello Cordeiro (Agência Nacional de Águas); Mauro Silva Ruiz (Diretor do Mestrado Profissional em Gestão Ambiental e Sustentabilidade); Renata Mello C. de Queiroz Telles (IEDC – Instituto de Estudos Direito e Cidadania); Rogério A. Christensen (Engenheiro VI – SUCEN/SES-SP); Rosana Penne e Todd Barrett (Consulado do Canadá); Ruddi de Souza (ABIMAQ); Samuel Nalpas (Consultor da Área de Comunicação) e Telma Nery (Representante do Capitulo Latino Americano e Caribe da Sociedade Internacional de Epidemiologia Ambiental.

Impacto negativo de mudanças na Legislação Ambiental Brasileira e problemas de gerenciamento no IBAMA frente a ausência de imparcialidade na demanda de trabalho

Por: Ana Marina Martins de Lima

Diante da forte tendência governamental na realização de modificações de leis ambientais como o Código Florestal que ocorreu mesmo mediante a emissão de uma série de documentos da sociedade civil, ONGS e pareceres negativos de entidades Acadêmicas que alertavam para impactos negativos ao meio ambiente e as populações menos favorecidas e a possível aprovação de documentos que modificam  o Licenciamento Ambiental Brasileiro que foram  estudados pelos profissionais de Direito do Ministério Público Federal e Ministério Público do Estado de São Paulo e considerados por estes profissionais como efetivamente preocupantes por proporcionarem ao Brasil uma insegurança jurídica e  impactos negativos a sociedade como perda da biodiversidade, impactos sociais e econômicos, alertando para questões que envolvem a saúde da população e um resultado potencial de risco químico como já ocorre devido  acumulo de empresas próximas a áreas de estuários e áreas populares na  região de Santos em São Paulo , além da pouca fiscalização a exemplo de Mariana.

Se implantada as novas modificações com o licenciamento rápido com pouco estudo e um licenciamento que abre no caso de Mariana uma brecha para novos Termos de Ajustes de Condutas que serão fortalecidos e podem justificar e amenizar do ponto jurídico a responsabilidade dos danos causado ao Meio Ambiente e Sociedade, reforço que neste sentido é importante não separar o HOMEM do meio ambiente.

Reproduzimos a  matéria abaixo para reflexão, publicamos em documento anexo o relato do funcionário Vitor de Souza Ferreira Analista Ambiental da COEXP/IBAMA que disponibiliza seu parecer sobre a necessidade de um melhor gerenciamento dos trabalhos realizados no Órgão no que tange a falha de execução de políticas públicas resultando no licenciamento de empreendimentos que tecnicamente não poderiam ocorrer como por exemplo a  exploração do Pré-Sal, Usina Belo Monte e a transposição do Rio São Francisco, e que segundo ele de empreendimentos relacionados à cadeia produtiva de petróleo que tiveram suas condicionantes ambientais cortadas e flexibilizadas pela Diretoria, em posição contrária a dos analistas ambientais responsáveis pelo processo de licenciamento, fatos citados durante Audiência Pública realizada em São Paulo datada de 08 de março de 2016 na qual o funcionário do IBAMA Miguel Bernadino dos Santos expôs a pressão a que os funcionários são submetidos devido à alta demanda de trabalho e o sucateamento do órgão.

Durante o mesmo evento foi informado o fechamento de escritórios regionais do IBAMA; além do licenciamento fornecido para aterros sanitários em áreas de mananciais.

É sabido por exemplo que o uso de água somente para a manutenção de Hidrelétricas teve como consequência a crise hídrica e alagamentos de algumas cidades da Região Nordeste desde 2011.

Após a entrega do documento elaborado aos citados no mesmo o funcionário foi afastado de seu trabalho por apresentar problemas de saúde estando, portanto, ainda ligado ao órgão em questão.

Sobre a audiência pública publicamos também o manifesto da Associação de Servidores Federais da Área Ambiental no Estado do Rio de Janeiro e documentos em anexo que confirmam a indignação de funcionários em relação a pressão a que estão submetidos.

Audiência Pública foi filmada pelos funcionários do Ministério Público Federal e está disponível em:

https://ambientedomeio.com/registro-de-eventos/

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Presidenta do Ibama defende autolicenciamento ambiental das empresas

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil- Edição Juliana Andrade

Publicado em 09/12/2015 – 13h16

A presidenta do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marilene Ramos, defendeu hoje (9) o autolicenciamento ambiental das empresas, com fiscalização posterior. Ela participou do lançamento do documento Proposta da Indústria para o Aprimoramento do Licenciamento Ambiental: Setor Elétrico, que contém 19 proposições para modernizar e agilizar o processo de obtenção de licenças ambientais. As propostas foram elaboradas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico.

 “Num prazo bem longo, não sei precisar se em 20 anos ou antes, vejo o licenciamento ambiental embasado no autolicenciamento, onde não vou precisar mobilizar centenas de técnicos”, disse. Para a presidenta do Ibama, o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), há pouco mais de um mês, não deve levar a um retrocesso da legislação. Marilene disse que, com o rompimento da barragem de rejeitos, da mineradora Samarco, surgiram questionamentos no sentido de que o setor ficou “muito solto” com o autocontrole. Mas, para a presidenta do Ibama, é preciso aprimorar os processos, em vez de retroceder.

Marilene Ramos afirmou ainda que o país precisa encontrar o caminho do meio, entre o setor produtivo que quer construir “todas a barragens, todos os reservatórios, por exemplo, e ambientalistas que não querem empreendimento algum. Segundo ela, no próximo ano, deverão ser criados os primeiros manuais de licenciamento ambiental para aprimorar a liberação de licenças. “Cerca de 90% do processo de licenciamento de uma mesma tipologia são comuns. Precisamos colocar isso em forma de manual”, disse. Para a presidenta do Ibama, a criação de manuais tem o mesmo objetivo almejado pelos empreendedores, que é a melhoria e mais agilidade no processo de licenciamento.

O estudo da CNI e do fórum é resultado de levantamento feito neste ano com 92 hidrelétricas de 21 estados, com processos de licenciamento iniciados entre 1988 e 2014, que estão em diversos estágios, desde a fase de apresentação de estudos ambientais até a etapa de renovação da licença de operação. O presidente do Fórum do Meio Ambiente do Setor Elétrico, Alexei Vivan, explica que o documento reúne 19 propostas, como ter um balcão único de licenciamento, que una os órgãos licenciadores e intervenientes para definir o que será exigido.

“As mudanças das exigências no meio do processo acabam encarecendo o investimento. Traz a necessidade de um preço maior na energia que vai ser vendida por esse empreendimento”, disse. “A proposta dá mais segurança jurídica para o empreendedor, ou seja, quando ele participa do leilão, já tem clara noção do que vai precisar fazer do ponto de vista ambiental para que o empreendimento se realize. Portanto, vai ter uma noção do preço. Hoje, o valor às vezes duplica e o prazo de conclusão ninguém sabe qual é”, completou Alexei Vivan.

No lançamento do documento, o secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Edvaldo Luís Risso, disse que os gastos com questões ambientais e sociais podem superar 15% do custo total da obra, a depender do porte dos empreendimentos. Para o secretário, é preciso criar um ambiente regulatório previsível e ágil, sem descuidar da proteção ao meio ambiente. “Precisamos das usinas, das linhas de produção para continuar crescendo”, disse.

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Manifestação da ASIBAMA/RJ para a Audiência Pública: “Licenciamento Ambiental Ameaçado: propostas de alterações normativas no Congresso Nacional e no Conama”

A Associação de Servidores Federais da Área Ambiental no Estado do Rio de Janeiro vem por esta carta manifestar o seu contentamento com a iniciativa do Ministério Público em convocar a sociedade para debater sobre as propostas que tramitam no Congresso Nacional e no Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), que podem flexibilizar o licenciamento trazendo grandes danos a segurança ambiental.

Essas alterações propostas para as legislações e normas ambientais confirmam e institucionalizam os ataques que os técnicos da área de meio ambiente, nas esferas municipais, estaduais e federais já vêm sofrendo. A exemplo destes ataques, na esfera federal, é possível citar a impugnação e corte de condicionantes com efeitos suspensivos pela direção do IBAMA, licenças emitidas com Parecer Técnico contrário a pareceres elaborados pelo corpo técnico do órgão, retirada da autonomia técnica em estabelecer um canal de diálogo entre o IBAMA e o ICMBio, retirada da atribuição de fiscalização da Diretoria de Licenciamento, expressivos cortes orçamentários que dificultam as fundamentais viagens de acompanhamento de condicionantes de licença.

Em momento oportuno, a Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional fez uma consulta formal ao Ministério do Meio Ambiente a respeito dos Projetos de Lei que tramitam no Congresso. O Ministério do Meio Ambiente encaminhou a solicitação ao IBAMA, que se pronunciou por meio da Nota Técnica 02001.002003/2015-98 DILIC/IBAMA elaborada pela Assessoria da Diretoria de Licenciamento do IBAMA, que em nada representa a realidade do órgão ou os anseios dos técnicos que trabalham diariamente com o tema e sofrem frequentes ataques por defenderem o que prega a Constituição na matéria ambiental.

As propostas de alteração da legislação e das normas de licenciamento só confirmam o grave cenário que se forma na gestão ambiental no Brasil, tendo por finalidade legitimar essas temerosas conduções que já ocorrem no licenciamento, assim diminuindo as tensões dentro dos órgãos. Uma vez virando norma ou lei, a flexibilização passa a não ser mais uma discussão no âmbito dos órgãos, ou uma intervenção da alta direção nas decisões dos técnicos ambientais.

Esta Associação está há tempos brava e incansavelmente denunciando através de numerosos documentos o que se passa no interior das instalações do IBAMA, sobre todos os aspectos que isso representa, sejam os cortes orçamentários, a escassez de servidores da área ambiental, as interferências na liberdade de manifestação profissional, a falta de condições de trabalho, o desestímulo à participação popular e o assédio moral dentro dos órgãos ambientais.

Foram levados a público, sob risco de retaliações, denúncias que demonstraram como setores da economia, sob a máscara da crise econômica, têm poder para influenciar nessas mudanças técnicas e normativas, fazendo cair por terra num curto espaço de tempo todo o avanço que o setor de licenciamento do IBAMA teve, através de trabalho árduo por vários anos.

Portanto, a ASIBAMA/RJ declara seu total apoio ao Ministério Público Federal e ao Ministério Público do Estado de São Paulo pela realização desta Audiência Pública, endossa Carta de Princípios do evento e envia anexos todos os documentos de denúncia elaborados por essa Associação.

Diretoria Executiva da ASIBAMA/RJ

Leia mais em:  http://asibamario.blogspot.com.br/

Leia os documentos:

Nota sobre a exoneração da Coordenadora Geral da CGPEG

Licenciamento Ambiental Federal

Memorando de autoria de Vitor- IBAMA

Questões de Condomínio

Elaborei o texto abaixo para ser distribuído para moradores do conjunto dos IPÊS, mas resolvi disponibilizar neste meio pois pode auxiliar principalmente a conscientizar pessoas de que o condomínio pode ser considerado parte de uma cidade e um ambiente que assim como a comunidade necessita da participação de todos.

Bom uma das relações do condomínio com a questão ambiental é o trabalho que pode ser realizado quanto a gestão de resíduos, gerenciamento do consumo de água e luz, implementação de hortas e principalmente atividades relacionadas a Educação Ambiental.

Segue abaixo o texto:

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ALGUMAS QUESTÕES EM RELAÇÃO AO CONDOMÍNIO CONJUNTO DOS IPÊS
No próximo dia 19 de julho teremos uma eleição para síndico e membros do conselho
1. Você sabe quais são as atribuições de um síndico, ou seja, o que o síndico deve fazer por você?
2. O Síndico tem um bom relacionamento com os trabalhadores do condomínio e com os moradores?
3. Você considera normal a existência de um grande número de ações trabalhistas?
4. O Síndico atende as necessidades dos moradores?
5. Você sabe o que a administradora deve fazer por você?
6. Você conhece ou tem acesso ao contrato de serviços realizados com a administradora atual?
7. No boleto mensal do condomínio constam todos os gastos e contas pagas de forma que você possa avaliar e acompanhar a vida financeira do condomínio? Todos os serviços que constam no boleto foram de fato realizados?
8. Você sabe qual a função dos conselheiros, que deveria ter uma equipe de conselheiros consultivos e conselheiros fiscais? Você sabe qual o nome dos conselheiros atuais? Todas as atas de reuniões são distribuídas de forma aberta para todos os moradores?
Pense você paga certa quantia de dinheiro todos os meses para que o Síndico e a Administradora realizem trabalhos para uma melhor vivência no condomínio, participe das reuniões e seja humano escute o outro, não grite, realize diálogos. Viver bem com os vizinhos é saudável para todos.
O que você pode fazer:
1. Votar corretamente
2. Na próxima gestão ter grupos de trabalhos temáticos para:
a) Organização do estacionamento
b) Realização de atividades culturais
c) Implantação de um programa de reciclagem
d) Implantação de um sistema de redução de gastos exemplo água, luz, conta de telefone.
e) Fiscalização na compra de produtos de limpeza, pois alguns podem ser danosos a nossa saúde.
f) Brigada de incêndio e segurança.
Informações:
http://www.sindiconet.com.br/Informese
http://mmcondominial.com.br/blog/?p=8

Nossas questões ambientais

Por: Ana Marina Martins de Lima

São nossas as questões ambientais, porque da resolução de problemas muitas vezes criados por nós depende a nossa vida.

Um exemplo muito simples é questão da poluição do ar, como ocorre? Você já pensou nisto? A poluição do ar é resultante das atividades realizadas pelo homem em busca da modernidade; desde o inicio do desenvolvimento industrial foram liberadas na atmosfera toneladas de gazes tóxicos como o enxofre.

O que causa o enxofre? Chuva ácida que destrói a vegetação de dependendo de sua intensidade causa desconforto respiratório para os seres humanos, além de influenciar no sistema que não vemos as atividades realizadas no solo por microrganismos reapossáveis pela fertilização e adubação natural para que tenhamos bons resultados na economia agrícola.

Atualmente um dos maiores poluidores do ar são os carros por causa do uso de combustíveis poluentes, embora tenha ocorrido um bom desenvolvimento na construção de carros modernos há pouca consciência e efetividade em politicas públicas que retirem as frotas antigas de circulação.

As estradas ainda são o meio mais comum para uso de transporte de cargas direcionadas ao portos e o caminhões utilizam na sua maioria das vezes diesel altamente poluente.

Resultado: temos milhares de casos de pessoas que necessitam de atendimento médico devido á poluição do ar e isto é um fator comum que vai além de barreiras municipais, estaduais ou federais.

A poluição da água é tão complexa quanto a doa ar, vivenciando recentemente em nosso país a crise da água em uma grande Metrópole como São Paulo, foram realizados diversos eventos temáticos que reuniu milhares de especialistas da área.

Infelizmente nestes eventos a notícia que não gostaríamos de dar é que a crise é muito maior não só por causa de escassez da água tratada, mas pelas condições em que deixamos esta água, temos muita água, mas “água doente”.

Por meio de técnicas de análises desenvolvidas a partir de conhecimentos de profissionais da Química, da Biologia e da Geologia hoje o que encontramos é um cenário no qual temos muitos poluentes do ponto de vista químico alguns poluentes são resultantes da descarga de esgotos não tratados em mananciais vindos da indústria farmacêutica e mesmo o esgoto de nossas casas contem uma grande carga de “remédios” que consumimos como os hormônios e antibióticos que podem ser responsáveis pela modificação da fauna e flora, além de posteriormente serem reintroduzidos para nosso consumo.

Do ponto de vista Biológico, microrganismos podem sofrer mutações ou adaptações tornando-se mais resistente á antibióticos e quando reintroduzidos em nosso consumo causa doenças das quais são mais resistentes aos medicamentos já existentes em alguns caos além de bactérias temos infecções causadas por fungos.

Já na Geologia notícias também não são boas as principais causas de poluição do solo e consequentemente poluição de mananciais são o despejo de resíduos “lixões a céu aberto” ou não, temos que repensar nosso consumo, mas também qual a forma na qual os resíduos sejam eles recicláveis ou não são colocados à disposição sobre o solo até que sem destinado a sua função final. Além da poluição proveniente destes resíduos há uma grande carga de agrotóxicos, alguns como temos notícias são fabricados ou adulterados e vendidos para uso também em pequenas propriedades no entorno de cidades.

Do ponto de vista da postura das empresas houve uma evolução no uso de conhecimentos tecnológicos visando à chamada “economia verde”, mas ainda são necessárias medidas de eficiência e eficácia para que soframos um pouco menos em relação aos poluentes presente em nosso meio.

Um estudo de caso no qual devemos refletir é ocaso de uma tragédia ocorrida em Santos durante a queima de poluentes que teve como consequência visível a morte de milhares de peixes com a poluição da água e como consequência não visível por toda sociedade a poluição do ar e o impacto econômico pela proibição do consumo e venda de peixes na região.

Voltando para nossa consciência em meio a tantos eventos e reuniões é preciso estar atentos às necessidades colocada s por especialistas como, por exemplo, uma análise mais profunda da água que é disponibilizada para consumo humano, o desenvolvimento de novas formas de tratamento.

Do ponto de vista da Lei são necessárias revisões quantos as penas e os termos de ajuste de conduta nesta área, além de rever a forma de como o homem é inserido no MEIO AMBIENTE, pois a legislação deve manter a postura da proteção da fauna e da folha, mas também deve estar atenta à proteção da VIDA HUMANA, as questões de saúde também devem estar presentes principalmente quando ocorre a avaliação do impacto causado por desastres e o possível impacto de novos empreendimentos.

 

Documento: O Futuro que queremos

Ana Marina Martins de Lima/ AmbientedoMeio

Este documento será apresentado  amanhã para chefes do estado de todo o mundo, nele constam as necessidades dos povos  referentes as questões que vão além  do Meio Ambiente, são questões que ao meu ver referem-se  ás necessidades de uma Política Socioambiental Global.

Nele se expressa os temas que serão novamente discutidos após 20 anos da Eco92 , conseguimos de uma forma geral ver o Futuro que queremos, mas necessitamos definir o presente que temos.

A questão: nós temos condições Tecnológicas para auxiliar nosso Planeta na remediação dos problemas que causamos até então?

Empresas de grande porte demonstraram durante estas duas semanas no Rio que podem sem dúvida de uma forma ética preservar o Meio Ambiente sem que isso prejudique seus ganhos.

Ser uma empresa verde, ter em sua política a Gestão Ambiental é um ato de sobrevivência no mercado atual.

Os clientes destas empresas podem exigir produtos que agridam menos o meio ambiente e a saúde da população.

Sabemos que sem a vontade política de nossos líderes nada irá ocorrer.

Nós habitantes deste Planeta já sabemos distinguir quais políticas e políticos são realmente éticos e quais estão preparados para implementar  ações para que tenhamos um Futuro Comum.

Aqueles que ignoram nosso conhecimento científico e refazem leis permitindo com que empreendedores não éticos atuem não são políticos que contribuíram com o Nosso Futuro Comum.

A Rio+20 tem sido também uma oportunidade para conhecimento de novas culturas e a oportunidade para que os povos conheçam e escolham entidades que realmente contribuem para o pensamento comum.

Aprendemos que não podemos distanciar a Saúde do Meio Ambiente, pois dela dependem a qualidade do Ar que respiramos e a qualidade da água que bebemos.

O Saneamento Básico é uma questão primordial para que tenhamos saúde.

No Presente queremos que os povos sejam Amigos e que se ajudem, que possa existir uma nova Economia que não deixe pessoas desamparadas morrendo por exemplo pela AIDS , quando sabemos que hoje se estas pessoas receberem apoio poderão viver um pouco mais.

No Presente que queremos pessoas irão mover-se e não ficarem paradas em grandes engarrafamentos nas cidades

Enfim para um Futuro que queremos resta-nos a esperança de que os líderes deste Planeta estejam atentos: Não teremos Futuro se vocês não mudarem a forma de agir.

Acesso ao documento que será apresentado amanhã para nossos chefes: The Future We Want

Você é virtual?

Ana Marina Martins de Lima

Quando iniciei o trabalho em comunicação com este site um dos objetivos era fornecer conhecimento sobre Gestão Ambiental para pessoas que não tinham acesso a este tipo de informação. Com uma linguagem simples e “fugindo” da técnica foram compostos vários artigos com temáticas importantes como, por exemplo, a saúde e a relação desta com o meio ambiente no caso das consequências da poluição do ar para a saúde do homem que normalmente vemos são estudos relacionados ao meio ambiente excluindo-se o homem deste. Foram divulgados centenas de eventos e com eles vieram os convites para participação e destes surgiram artigos temáticos como por exemplo: a relação da educação com a Cultura de Paz. A felicidade deste trabalho se concretizou quando vejo inúmeros jovens e empresas inspiradas no Ambiente realizarem trabalhos semelhantes.  Outro objetivo foi levar as grandes mídias às temáticas relacionadas ao Meio Ambiente e a necessidade de informações coerentes e melhores trabalhadas, hoje nossos melhores jornais colocaram em pauta estas questões e alguns de nossos artigos foram utilizados como tema em várias reportagens da TV. Este PEQUENO meio de informação hoje utilizado por outros países como referencia, além de ser uma base para discussão em cursos de Jornalismo e Direito. Neste momento o que me assusta é o fato de pessoas colocarem suas opiniões e criarem ainda mais espaços sobre estas questões, espaços que muitas vezes não são visualizados, cada um procurando não informar, mas aparecer e se tornar mais um. Não precisamos de pessoas virtuais precisamos de cidadãos e cidadãs que façam a diferença no mundo real.

 

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Seminário: Política Nacional de Resíduos Sólidos

Após mais de 20 anos de tramitação no Congresso Nacional, o Presidente da República sancionou, no dia 2 de agosto, a Lei 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e que tem origem no Projeto de Lei 354/1989. A nova Lei determina a criação da logística reversa, que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores, a recolher e dar destinação correta aos resíduos sólidos, como as embalagens usadas. A medida vale para todos os setores e não apenas para os agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, eletroeletrônicos e lâmpadas. Estabelece ainda responsabilidades compartilhadas e o fim dos lixões. As empresas que deixarem de cumprir as determinações legais estão sujeitas à autuações e à multas. A PNRS altera a Lei de Crimes Ambientais e prevê a reciclagem e reaproveitamento dos resíduos sólidos, a exemplo do que já acontece com as latas de alumínio. A InterNews realiza em dois dias consecutivos este evento para você aprofundar os seus conhecimentos sobre os impactos da nova Lei em sua empresa. Avalie pontos polêmicos, obrigações legais e penalidades. Conheça a experiência de empresas que já montaram cadeias de coleta e reciclagem. Veja como se adequar à logística reversa e como distribuir as responsabilidades a todos na cadeia produtiva. Avalie ainda as melhores práticas na gestão de resíduos perigosos. Conheça o passo a passo para implementar com sucesso todos os processos para a sua empresa atuar em conformidade com as novas determinações legais e evitar autuações e multas.

 INFORMAÇÕES: Local Tulip Inn Interative Hotel Rua José Maria Lisboa, 555 Jardins – São Paulo – SP INSCRIÇÕES Você pode efetuar sua inscrição através dos telefones (11) 3751-3430 (SP) ou 0800-177707 (demais localidades), fax (11) 3751-3468, pelo e-mail atendimento@internews.jor.br

Ambientalexpo

 

Tem-se ínicio hoje a A Ambiental Expo lançada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado; segundo os organizadores este é um evento de Equipamentos e Soluções para o Meio Ambiente mais abrangente para o setor ao englobar a apresentação de tecnologias, equipamentos, soluções, inovações e sistemas para tratamento, monitoramento, correção e prevenção para: Saneamento, Ar, Solo, Ruído, Resíduos e Energia.Inspirada na Pollutec, maior evento de meio ambiente do mundo realizado na França há mais de 20 anos, a Ambiental Expo conta com o apoio do governo Federal, Estadual e Municipal, sendo o centro gerador de negócios, conhecimento e relacionamento mais relevante da América Latina.

A AMBIENTAL EXPO é uma plataforma ideal para o encontro entre empresas do setor, investidores nacionais e internacionais, entidades governamentais e prestadores de serviço que estimula a troca de experiências, informações sobre as necessidades do mercado e inovações tecnológicas. Simultaneamente a feira é realizado o Congresso, que apresentará temas estratégicos sobre Energias Renováveis, Gestão de Resíduos, Água e Esgoto e Controle da Qualidade do Ar, além de trazer como novidade as consultas técnicas com especialistas sobre temas específicos.

O público e expositores no ano passado foi formado por: agentes financeiros; concessionárias de serviços públicos; construtoras e gerenciadoras; consultorias de projetos e sistemas; Empresas Certificadoras; Empresas de Engenharia ambiental; Gestão de riscos; Empresas de equipamentos; Empresas de infra-estrutura; Empresas de tratamento de resíduos;Entidades governamentais; Escritórios de advocacia e Escritórios de engenharia.

Gestão de Resíduos Químicos da Saúde

II Encontro Saúde sem Dano para a Eliminação do Mercúrio no Setor Saúde e I Seminário de Resíduos Químicos em Estabelecimentos de Saúde do HSE

O Hospital dos Servidores do Estado (Ministério da Saúde), em parceria com as organizações Saúde Sem Dano e Projeto Riscobiológico realizarão mais um encontro para debater os riscos da exposição ao mercúrio entre os profissionais e pacientes dos sistemas de saúde no Brasil e também suas implicações para o meio ambiente. Este é o segundo encontro na cidade do Rio de Janeiro. Outros encontros serão realizados em diferentes regiões do Brasil visando disseminar a importância do tema e soluções efetivas para os problemas decorrentes do mercúrio mediante ações relativamente simples e de baixo custo que levem à sua eliminação no setor saúde. O evento incluirá apresentações sobre os danos causados pelo mercúrio e relatos da experiência de hospitais que fizeram a transição para equipamentos livres de mercúrio abordando as adaptações administrativas e operacionais necessárias, assim como demonstrações da viabilidade ecomica e economia de recursos para as instituições. Tendo como objetivos: Continuar lendo “Gestão de Resíduos Químicos da Saúde”

Devemos respeitar nossos avós

Por Ana Marina Martins de Lima/ Ambientedomeio

DAniel Mundukuru/ Cred Taina Azeredo

Estas foram as palavras de Daniel Munduruku formado em Filosofia e Licenciado em História e Psicologia pela USP, presente na abertura do Movimento Cyan promovido pela AmBev Índio da nação mundukuru, cresceu na aldeio construída nos arredores de Belém do Pará e é autor de vários livros sobre a cultura Indígena, Daniel nos contou que quando criança tinha vergonha de ser diferente e seu avô percebendo isso o levou para ouvir a voz do rio, ele sabia que o rio não fala, mas os índios são educados para não desobedecer a palavra dos mais velhos e apreendeu com seu avô a ouvir o rio e a respeitar sua cultura e hoje é feliz sendo índio. O índio é um povo que fala pouco, mas tem atitude tem amorosidade de perceber que a nossa vida esta ligada a ancestralidade ao coração da terra; “ Agente precisa de atitude, precisamos ser companheiros cuidando uns dos outros”.

Denise Ha ú, Marcia Brewsler e Ladislau Dowbor - Cred Taina Azeredo

O professor titular de pós- graduação nas áreas de economia e administração Ladslau Daubor afirmou que é um vergonha uma cidade como São Paulo ter um esgoto a céu aberto referindo-se aos nossos Rios. Nossas várzeas tem asfalto e quando chove ocorre a inundação das casas, os recursos foram mal priorizados, precisamos seguir o modelo do rio CENA, segundo ele o PIB não pode ser utilizado mais como um indicador econômico e para cada R$1,00 gasto em Saneamento Básico há um ganho de R$4,00 em Saúde.

Segundo o Presidente da Ambev João Castro Neves as empresas devem ter mais compromisso com a Sustentabilidade; Sandro Bassili (Gestor Ambiental da AmBev) afirmou que o Sistema de Gestão Ambiental da AmBev já permitiu uma economia de 14 bilhões de litro de água.

 

Mudando conceitos

Por: Ana Marina Martins de Lima

 Mudar conceitos trata-se de uma evolução do pensamento e do comportamento social.

A necessidade de se manter no mercado tem levado várias empresas a se qualificarem como sustentáveis, sejam por meio de credenciamento  e certificações  ou por promoção e participação em eventos considerados sustentáveis.

Neste imenso mercado de oportunidades foram abertos novos cursos de Pós graduação, MBA e graduações, mas será que estes profissionais estão de fato preparados para esta realidade.

Sou formada em Ciências Biológicas e especialista em Gestão Ambiental e penso que todos os profissionais das diversas podem e devem contribuir para sustentabilidade do Planeta e se possível ter um gestor para coordenar o processo.

A Sustentabilidade não deve ser vista somente sobre a ótica do preservar para gerações futuras, hoje vemos que a previsão de aumento da temperatura para o Planeta, os cenários realizados pelos cientistas do mundo todo já esta acontecendo. Uma forma fácil de entender tudo isso foi a nossa realidade desde dezembro, as alterações do Clima não fazem mais parte de projetos ou talvez previsões. Enchentes pelo mundo, São Paulo uma metrópole evoluída não resistiu e a situação deixou clara que a cidade não é tão evoluída assim.

Precisamos de Gestores que orientem os nossos tomadores de decisões, por exemplo, a construção de lixeiras fixas ao invés da disposição de “lixos” nas ruas poderia ser uma alternativa mais barata, ou a colocação de caçambas, grandes recipientes moveis indicando a disposição de resíduos “secos” e “molhados” já facilitaria bastante na ora do descarte final.

Educar é responsabilidade de todos, ser educado é necessário para nossa sobrevivência, outro dia vi uma moça em um carro preto maravilhoso jogando um chiclete pela janela o tal do chiclete era verde e grudou na porta do seu carro importado… queria estar com a camera na mão…é preciso praticar as Leis da Educação, respeitar culturas e raças, mas sobretudo dar uma boa educação para nosso povo.

A Saúde enfim simples entender a “dengue” deixou de existir frente à “gripe suína”, apenas ficou em segundo plano… a nossa Vigilância tem que ser constante, já conhecemos o ciclo da doença, precisamos evitar a proliferação de mais mosquitos, simples atitudes, algo que observamos em uma janela e que nas campanhas não é falado, a água da chuva que se acumula em sua janela pode proliferar os mosquitos, a ordem é secar tudo checar cada espaço. Um grande problema coletivo mais uma vez detectado em São Paulo é o descarte de Pneus, temos que sentar achar uma solução imediata.

Necessitamos de bom senso colocarmos nosso conhecimento em prática em todas as estâncias, a realidade não pode ser utilizada somente como plataforma política, sabemos que nossos políticos pouco fizeram pela preservação de nossas cidades. Projetos que envolvem as questões ambientais são vetados ou não entram nas pautas. Mudar a Legislação em vez de respeita-lá.

O novo conceito para sustentabilidade é: habilidade de se sustentar, habilidade de sobreviver e não de viver neste grande caos que criamos; habilidade de uma empresa ou organização de se manter, de criar, de recriar conceitos e educar o mercado para que obtenhamos de fato a tão estimada qualidade de vida.

Proposta de Implementação de um Programa de Gestão Ambiental no Instituto Adolfo Lutz

Introdução: Este é um resumo do Trabalho de Conclusão do Curso de Pós -Graduação lato-sensu de Especialização em Gestão Ambiental, apresentado no: VII Encontro do Instituto Adolfo Lutz e não esta relacionado a atividades exercidas no Instituto Adolfo Lutz ou quaisquer locais aqui citados, este meio de informação também não pertence ao Instituto Adolfo Lutz. Ana Marina Martins de Lima

PROPOSIÇÃO DE IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO INSTITUTO ADOLFO LUTZ – SÃO PAULO. Lima AML¹, Nascimento FC², SILVA, LC³, SILVA, AC4 Instituto Adolfo Lutz São Paulo SP ¹, Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental SBC ² e Centro Universitário SENAC SP² ³ 4 SABESP ³ – email: ambientedomeio@uol.com.br

O objetivo principal deste estudo é propor a implementação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) no Instituto Adolfo Lutz e salientar a importância da necessidade do Programa de Gestão Ambiental em Laboratórios de Pesquisa e Ensino. O objeto de estudo foi o Instituto Adolfo Lutz, localizado na Cidade de São Paulo. A metodologia aplicada foi o estudo de caso e embasada em pesquisa bibliográfica. O trabalho é relevante para a saúde pública, uma vez que implementando o processo de qualidade ambiental, poderão ser beneficiados todos os colaboradores diretos do setor laboratorial, os funcionários da Instituição, coletores de resíduos, bem como a sociedade no que se refere ao aspecto da saúde do trabalhador e da saúde dos indiretamente envolvidos com as atividades da Instituição. A problemática envolveu a seguinte questão: Como as Instituições de Ensino e Pesquisa poderão realizar suas atividades e atender os requisitos legais e normativos de maneira sustentável? A hipótese a de que com a implementação do Sistema de Gestão Ambiental no Instituto Adolfo Lutz poderão ser diminuídos ou eliminados os possíveis problemas ambientais ocasionados por suas atividades, e desta forma obter bons resultados econômicos e sociais através da utilização das ferramentas da Gestão Ambiental aqui discutidas. Inicialmente é apresentado um breve histórico dos problemas ambientais, na seqüência os conceitos de impacto e aspecto ambiental; Gestão Ambiental, requisitos da Norma ISO 14001:2004 e alguns dos instrumentos da Gestão Ambiental é o assunto subseqüente; o estudo de caso do Instituto Adolfo Lutz que teve como base o Sistema de Qualidade já implementado é penúltimo assunto tratado neste trabalho e no último tópico tratado neste encontra-se a proposta de implementação Programa de Gestão Ambiental para o Instituto Adolfo Lutz. Finalmente foi possível concluir que a implementação do Programa de Gestão Ambiental no Instituto Adolfo Lutz é viável e necessária podendo trazer benefícios para a organização e para a sociedade, melhorando ainda mais a boa imagem já conquistada pela qualidade de seus serviços prestados e pela significativa contribuição a qualidade ambiental que a Instituição passa a ter. Do ponto de vista administrativo a proposição de implementação do SGA na Instituição traz um novo foco para as instituições de ensino e pesquisa, ou seja, não somente a preocupação com os possíveis impactos ocasionados por suas atividades, bem como a proposição de soluções para que estes sejam eliminados ou minimizados e a complementação para os Programas da Qualidade e Biossegurança, utilizando-se principalmente os instrumentos da Gestão Ambiental conforme citados neste trabalho tais como: a Política Ambiental, o uso do Relatório Verde, as técnicas de Produção mais Limpa, programas de Educação Ambiental e o Programa de Gerenciamento de Resíduos, que representam formas de contribuição do desenvolvimento sustentável mundial.

Projeto Criação da Associação Paulista de Gestores Ambientais

 Por José Ramos de Carvalho

O profissional de Gestão Ambiental,encontra uma serie de dificuldades devido a não ter ainda obtido a sua “Regulamentação Profissional”, e assim, encontra muitas dificuldades burocráticas ou técnicas, por ações impostas pela maquina operacional do Estado ou de empresas já enraizadas ao longo de vários anos. E o único meio de reparar estas questões esta sendo a luta através das Associações Nacionais, onde contamos com duas entidades: ABRAGEA e ANAGEA, porém as duas entidades atualmente correm por projetos nacionais, e estabelecendo suas estratégias de ação perante os acadêmicos e formados em Gestão Ambiental. Estão se fortalecendo também ações locais nos Estados, a ex. Distrito Federal, Minas Gerais, e Santa Catarina. No caso especifico de São Paulo, embora as duas Associações Nacionais tenham sede na cidade de São Paulo, alguns Gestores ambientais estarão reunidos amanhã para criar a Associação Paulista. A associação tem o desejo nativo pela luta no Estado, porque novas ações normativas são impostas, discutidas e acabam influenciando o resto do país. Ex o Controlar, projeto de controle de emissão de veículos a motor, que esta sendo disparado em outros estados. A importância desta Associação estadual pode buscar uma serie de atuação em projetos dentro das 22 sub-bacias hidrográficas, assim este novo grupo deseja disponibilizar um jeito novo de atuação nativa, buscando a linguagem, e ações políticas locais, para que sirvam de base para o projeto final da Regulamentação profissional, tão importante na participação de vários projetos, e colaborando de forma efetiva nesta meta importante imposta pelo Brasil em fazer a sua parte na redução da emissão de gases de efeito estufa. A Assembléia será coordenada pelo Senhor Fransueldo Pereira da Silva e realizada no seguinte endereço a Rua Tabatinguera, 192 – Bairro da Liberdade, na data de 28 (vinte e oito) de Novembro de 2009, as 09:00h 

 Veja o Edital de  Convocação: Continuar lendo “Projeto Criação da Associação Paulista de Gestores Ambientais”