Último dia de vacinação contra a gripe em São Paulo
Por: ASCOM – Secretaria Municipal de Saúde da Cidade de São Paulo
Campanha já imunizou mais de 2,6 milhões pessoas – 74% do público-alvo no munícipio.
Esta sexta-feira (9) é o último dia da campanha de vacinação contra a gripe na cidade de São Paulo, que, até o momento, imunizou mais de 2,6 milhões de pessoas, o que corresponde a 74% da meta de imunização dos grupos prioritários.
Com tal participação, a SMS não precisou acompanhar a decisão do Ministério da Saúde de estender a vacinação para toda a população, uma vez que a decisão se referia, em especial, às cidades com baixos índices de imunização do público-alvo.
A SMS pretende, neste último dia, aumentar ainda mais o índice de adesão. Por isso, a recomendação nesta reta final da campanha é para que os integrantes dos grupos específicos procurem um posto ou unidade de saúde para se imunizarem contra o vírus Influenza.
Integram os grupos prioritários os trabalhadores da saúde (pública e privada), pessoas com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), crianças entre seis meses e menores de cinco anos, indígenas, pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais (mediante apresentação de carta com pedido do médico), professores das escolas públicas, privadas e população privada de liberdade (presídios e cadeias), funcionários do sistema prisional e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estejam sob medida socioeducativa.
Nas últimas semanas, foram incluídos ainda policiais civis e militares, bombeiros, carteiros e funcionários do Poupatempo e Defesa Civil, além de agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Estes profissionais estão sendo imunizados com uma cota extra de vacinas disponibilizada pelo governo do Estado de São Paulo.
A vacina, além de proteger contra a gripe, reduz o risco de complicações respiratórias e de pneumonia. As únicas contraindicações são para pessoas com histórico de reação anafilática prévia ou alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados, assim como a qualquer outro componente da vacina ou que apresentaram reação grave em doses anteriores da vacina.
Algumas pessoas podem apresentar dor discreta no local da aplicação, febre baixa, dores musculares e mal-estar em até dois dias após a imunização.
“Como as partículas de vírus presentes na vacina estão ‘mortos’, a imunização não provoca gripe. O procedimento é bem simples e quase sempre indolor. Esperamos que mais pessoas pertencentes aos grupos prioritários busquem os postos de saúde para tomar a dose”, comenta Cristina Shimabukuro, coordenadora da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa).
A campanha teve início em 17 de abril e relação completa dos postos pode ser consultada pelo telefone 156 ou no site (www.prefeitura.sp.gov.br/covisa).
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