A importância da gestão de resíduos domésticos e resíduos hospitalares durante a pandemia

Por Ana Marina Martins de Lima

Infelizmente os números de casos de COVID no Brasil aumentaram e segundo o Ministério da Saúde foram registrados até as 19h desta terça-feira (12) o total de 177.589 casos de coronavírus em todo o Brasil, sendo que 40% das pessoas (72.597) estão recuperadas após contraírem a doença. As informações foram atualizadas e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde. Outros 95.593 casos (52,1%) estão em acompanhamento.

Até o momento, são 12.400 mortes provocadas pela doença, que tem taxa de letalidade de 7%, considerando o total de casos confirmados. Nas últimas 24 horas, foram 9.258 novos casos registrados, além de 881 novos óbitos, sendo que 206 deles aconteceram nos últimos três dias, ou seja, a maior parte ocorreu em períodos anteriores, mas foi inscrita somente de ontem para hoje após a conclusão da investigação.

Existe uma grande preocupação dos profissionais de saúde quanto ao gerenciamento correto de resíduos provenientes de estabelecimentos de saúde e de resíduos provenientes de residencias.

No caso de resíduos hospitalares os gestores seguem orientações elaboradas pelos Ministério da saúde; contudo é necessário observar os insumos utilizados como por exemplo o saco plástico.

Segundo o fabricante trata-se de um saco para suportar 30 Kg, mas não suporta 5 Kg.
Foto: Ana Marina Martins de Lima

Em 2016 0 IPT realizou um debate quanto a qualidade dos sacos utilizados em ambiente de saúde para descarte de resíduos a norma utilizada pelo IPT é a   NBR 9191 da ABNT; para analise da qualidade são consideradas as dimensões, a capacidade volumétrica e a carga de trabalho a que serão submetidos os sacos, que podem ser fabricados em resinas termoplásticas virgens ou recicladas. É admitida para a largura uma variação de ± 1 cm e outro requisito importante é que a solda seja contínua, homogênea e uniforme, a fim de proporcionar uma perfeita vedação e evitar a perda de conteúdo durante o manuseio.

Existe neste momento uma grande preocupação da sociedade e de profissionais ligados a saúde quanto à forma correta de descarte do resíduo “lixo” gerado em nossas casas; em alguns estados onde já ocorre uma superlotação de hospitais e UTIs muitas pessoas estão sendo orientadas para ficarem em casa mesmo com sintomas; neste caso sintomas mais brando; mas mesmo assim estas podem estar contaminadas pelo vírus.

A Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES Seção São Paulo (ABES-SP), Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo- USP e a CEE-129 – Comissão de Estudo Especial de Resíduos de Serviços de Saúde elaborou em abril um documento que apresenta ações necessárias na busca por uma melhor condição para se conter a disseminação do SARS-Cov-2, vírus causador da Covid-19.

Leia o

Fonte: Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais

O Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais elaborou seguinte documento:  Orientações sobre o gerenciamento de resíduos sólidos suspeitos ou contaminados pelo Coronavírus

Publicado por AMBIENTE DO MEIO

Site editado e criado por Ana Marina Martins de Lima - Bióloga, Jornalista e Especialista em Gestão Ambiental.

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