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Às vésperas do dia da árvore, guarda-parques da unidade de conservação se reuniram para a remoção de resíduos dos arredores do Parque 

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), recolheu cerca de mil kg de resíduos sólidos no Parque Estadual da Pedra Branca, Zona Oeste da cidade, durante um mutirão de limpeza realizado na última quarta-feira (17/9). A ação de preparação para o evento do Dia da Árvore contou com a participação de 20 guarda-parques da unidade de conservação, que se mobilizaram exclusivamente para a iniciativa.

Dois guarda-parques recolhendo resíduos em um rio no Parque Estadual da Pedra Branca, cercados por rochas e vegetação.
Foto: INEA

“Atividades como essa são fundamentais para sensibilizar a sociedade sobre os impactos do descarte irregular de resíduos em áreas naturais e para fortalecer a importância da participação coletiva na proteção do patrimônio ambiental do Rio de Janeiro, destaca o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi”.

Entre os resíduos mais encontrados estavam garrafas PET, sacolas plásticas, embalagens de biscoito e outros tipos de micro-lixos, que representam uma ameaça direta ao meio ambiente e à fauna local. O mutirão foi uma ação realizada para reforçar o compromisso da unidade com a preservação ambiental e a manutenção de um espaço seguro e limpo para a comunidade.

Sobre o Parque

Com 12.491 hectares, o Parque Estadual da Pedra Branca abrange partes de 17 bairros da zona Oeste da cidade. A sede da Unidade de Conservação está localizada no Pau da Fome, em Jacarepaguá e os núcleos estão situados no Camorim, também em Jacarepaguá, em Piraquara, em Realengo, e o posto avançado Quilombola, em Vargem Grande – batizado em homenagem à comunidade Quilombola Cafundá Astrogilda. O parque abriga uma fauna diversificada: já foram registradas 479 espécies, sendo 43 de peixes, 20 de anfíbios, 27 de répteis, 338 de aves e 51 de mamíferos.

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ambientedomeio@outlook.com

O “Ambiente do Meio” foi criado em 2007 e a autora teve como objetivo inicial auxiliar jornalistas e leigos nas informações de qualidade sobre o Meio Ambiente resultante de preocupações com as poucas informações jornalísticas de qualidade sobre o tema atreladas a conhecimentos acadêmicos e evidências científicas.

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