Relatório PNUMA sobre a Amazônia

Segundo Relatório a ser publicado do PNUMA (Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente): 17% da floresta foi destruída em cinco anos, entre 2000 e 2005 a causa é a apropriação indevida da terra e das matérias primas da região.

No Brasil: 857 mil quilômetros quadrados de árvores – o equivalente à superfície da Venezuela – viraram fumaça ou foram cortadas

A colonização da Amazônia é realizada diante de conflitos entre as populações não há nada definido em relação aos direitos de propriedade, o modelo de apropriação das terras e das riquezas não são sustentáveis, segundo o PNUMA a população – concentrada nas cidades – ultrapassa os 33 milhões de habitantes, contra 5 milhões nos anos 1970 e que aumenta mais rápido que no resto dos países da zona. “A renda per capita mostrada por certas localidades não deve mascarar uma situação geral de grande pobreza. A riqueza extraída da exploração dos recursos naturais, na maioria das vezes, não é reinvestida no local”, adverte o relatório.

No Equador:  nas cidades petroleiras de Orellana e Sucumbíos, a renda per capita ultrapassa US$ 25 mil por ano, oito vezes mais que a média nacional, mas os indicadores de desenvolvimento humano continuam piores do que em outros lugares.

No relatório constam informações sobre a saúde da população, doenças relacionadas á má qualidade das águas desnutrição e ao desaparecimento de certas espécies que causam o aumento dos vetores.  

 

Fontes: Le Monde e BBC Brasil

 

Antonio Cunha/ AmbientedoMeio

Ana Marina Martins de Lima/ AmbientedoMeio

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