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Ana Marina Martins de Lima/ Ambientedomeio.com

Há uma única maneira de “juntarmos” estas duas questões tão polemicas neste momento, primeiramente se houver a construção de Belmonte estaremos assinando embaixo nosso atestado de “burrice tecnológica”. Até quando deixaremos de utilizar nossos estudos acadêmicos para favorecer a “geração futura”?

Enfim o objetivo da Politica Nacional do Meio Ambiente é a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propicia a vida, visando assegurar; ao País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional a proteção da dignidade humana.

Alguns dos princípios da “Nossa Política Nacional do Meio Ambiente”: racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar e planejamento da fiscalização do uso e dos recursos ambientais e proteção dos ecossistemas, com a preservação das áreas representativas.

O SISNAMA é o órgão superior: “Conselho do Governo” com a função de assessorar a presidência da republica na formulação da politica Nacional e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais.

O Zoneamento Ecológico- Econômico do Brasil deve assegurar a qualidade ambiental, dos recursos hídricos e do solo e a conservação da biodiversidade garantindo o desenvolvimento sustentável e as melhorias das condições da vida da população; o processo de elaboração do Zoneamento Ecológico – Econômico deve valorizar o conhecimento cientifico multidisciplinar.

Um dos objetivos da Política Nacional da Biodiversidade é promover e apoiar os estudos de melhoria dos sistemas de uso e da ocupação da terra, assegurando a conservação da biodiversidade e sua utilização sustentável, em áreas foras da unidade de conservação de proteção integral e inclusive em terras indígenas, quilombolas e de outras comunidades locais, com especial atenção as zonas de amortecimento de unidades de conservação.

Em um segundo momento ignora-se que fazem parte também dos manifestantes contra as Mudanças do Código Florestal “Ambientalistas Cientistas” como Geógrafos, Biólogos, Engenheiros e Climatologistas.

Além do fator econômico certamente perdendo “bilhões” ao jogar fora o nosso potencial cientifico para o conhecimento da Biodiversidade existente em Belmonte, estamos perdendo “bilhões” quando permitimos que a biodiversidade seja destruída para gerar alimentos que irão apodrecer nos “estoques”, estamos perdendo “bilhões”, quando nossa madeira é extraída e levada para os países de fronteira de forma clandestina.

Por fim será que a divisa do estado do Pará não irá favorecer a extração da madeira de ”forma legal”?

A confecção de um Código Florestal por um “único” politico faz com que toda a nossa Política Ambiental vire simplesmente um “objeto de museu”.

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Autor

ambientedomeio@outlook.com

O “Ambiente do Meio” foi criado em 2007 e a autora teve como objetivo inicial auxiliar jornalistas e leigos nas informações de qualidade sobre o Meio Ambiente resultante de preocupações com as poucas informações jornalísticas de qualidade sobre o tema atreladas a conhecimentos acadêmicos e evidências científicas.

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