ONU lança sites em português sobre crises na Síria e no Mali

Por UNIC Rio

As Nações Unidas lançou nesta segunda-feira (4) dois sites especiais em português sobre duas das maiores crises em andamento no mundo. Produzidos pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), os sites tratam da recente crise no Mali, localizado no coração da África Ocidental, e dos conflitos na Síria, país do Oriente Médio que há dois anos está mergulhado em uma crise e cujo número de vítimas já passa de 60 mil.

As páginas tanto da Síria quanto do Mali possuem uma contextualização resumida da situação atual, um mapa explicativo, a forma como as pessoas podem ajudar os atingidos pelos conflitos, notícias diárias, imagens das equipes da ONU nos respectivos países e nas regiões onde se concentram os refugiados, bem como diversos canais para que as pessoas possam se manter atualizadas sobre a situação.

É possível acessar os sites por meio dos seguintes links: www.onu.org.br/siria e www.onu.org.br/mali

Entenda as crises

O conflito na Síria continua causando sofrimento humano e destruição imensuráveis. Dados compilados pelo escritório de direitos humanos da ONU indicam que mais de 60 mil pessoas foram mortas desde março de 2011, quando começou o levante contra o Presidente Bashar al-Assad. A estimativa é que mais de quatro milhões de pessoas necessitem de assistência humanitária urgente.

Até o começo de janeiro, o número de refugiados sírios no Egito, Iraque, Jordânia, Líbano e Turquia já superava os 600 mil. No Mali – um vasto país encravado na região do Sahel – a situação política, social e de segurança é volátil, após um golpe de Estado em março de 2012 e que grupos armados tomaram três regiões no norte do país. Isto causou movimentos populacionais dentro do Mali e também para países vizinhos.

A nação é a 175º colocada entre 187 países avaliados pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e cerca de 69% da população vive abaixo da linha de pobreza. Além disso, mais de um quinto das crianças em idade escolar não frequentam aulas: três quartos das quais são meninas.

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