Quem está no controle?

QUE LEGAL O BRASIL PAROU E NEM É CARNAVAL!

QUEREMOS ESCOLAS E NÃO ESTÁDIOS BONITOS!

 Por Ana Marina Martins de Lima

Saúde, educação, transporte dentre outras coisas foram os temas de muitos cartazes que vivos durante estes últimos dias.

Simplesmente o básico o direito de ter o direito de fato, pois tudo o que está sendo pedido pela população está na Constituição Brasileira.

Outra questão que ficou clara os infratores continuam na rua e apareceram durante os movimentos, fácil de serem identificados pelas autoridades, pois eram os únicos a esconder seus rostos, porque não foram presos?

A fragilidade de nossas leis está bem diante de nossos olhos, o menino matou, roubou, atropelou deixou sequelas na vítima e nos familiares, mas era menino tem seu direito garantido, ouve um sermão e logo está na rua.

Direito adquirido do jovem infrator, saída de dias das mães, não volta vimos o que aconteceu na Virada Cultural…

Devemos mudar o contexto: Direito a educação não!  Dever de ser educado!

Infelizmente nossa sociedade ainda não percebeu que valores morais são aprendidos no berço a mãe deve dar os primeiros passos na educação de seus filhos.

Quem está no controle?  A mídia fala em REDE SOCIAL, quem faz a REDE?

Se você adere a movimentos por causa da Facebook, tome cuidado, sobretudo com as fotos que você espalha, alguns autores são simplesmente TERRORISTAS…

Este BRASIL é rico em todos os sentidos, mas infelizmente faltam Gestores e nossos políticos deveriam ser “concursados”, servidores do públicos de fato.

Queremos a segurança, sabemos que todos os pedidos não serão atendidos da noite para o dia é necessário bom senso tem algumas pessoas foram que as ruas simplesmente com o objetivo de serem fotografadas ou para terem fotos postadas na REDE.

Vamos refletir o que importa é a mensagem que fica de uma Nação sem Ordem no Progresso e de Brasileiros que podem e vão fazer melhor: ter atitudes que demonstrem sua nova cultura respeitando os mais idosos, respeitando a si mesmo votando na consistência e não na incoerência partidária.

Lembramos que a insatisfação talvez não tenha sido gerada pela má condição do transporte público, mas pela inversão de valores com relação às profissões que exigem uma maior qualificação.

Fica também algo bem simples para pensarmos: se o transporte fosse adequado “rico” e pobre” ocupariam o mesmo espaço e a saúde, mental e física seriam preservadas.

A solução para o nosso país está no respeito à Justiça e não a criação de leis que permitam o crescimento de poder dos “injustos”.

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