Tempestade tropical no Sri Lanka desloca mais de 230 mil, diz relatório da ONU

Por ONU
Pelo menos 84 pessoas morreram, outras 116 estão desaparecidas e mais de 230 mil foram deslocadas devido à sequência de chuvas torrenciais entre os dias 15 e 17 de maio no Sri Lanka.
O escritório para questões humanitárias das Nações Unidas informou na semana passada (24) que pelo menos 84 pessoas morreram, outras 116 estão desaparecidas e mais de 230 mil tiveram de deixar suas casas devido à sequência de chuvas torrenciais entre os dias 15 e 17 de maio no Sri Lanka, causando inundações e deslizamentos de terra em 22 distritos do país.
Em 15 de maio, o Sri Lanka foi atingido pela tempestade tropical Roanu, que causou inundações e deslizamentos de terra generalizados, destruindo casas e inundando aldeias inteiras. Além disso, um deslizamento de terra atingiu Aranayake, distrito de Kegalle, no dia 17 de maio, seguido por um segundo deslizamento de terra na mesma área, quatro dias depois.

ista aérea de inundações no Sri Lanka após tempestade tropical Roanu. Foto: UNDP
Vista aérea de inundações no Sri Lanka após tempestade tropical Roanu. Foto: UNDP

Em relatório sobre a situação da região, o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) disse que desde 22 de maio mais de 237 mil pessoas estão deslocadas e vivendo em 376 abrigos, incluindo acampamentos, escolas, templos e em outras acomodações temporárias.
Ainda de acordo com o relatório, pelo menos 503 casas foram destruídas e mais 3.793 foram parcialmente danificadas.
A maioria das pessoas deslocadas está nos distritos Colombo e Gampaha, no sudoeste do país, onde as enchentes ainda permanecem elevadas.
Espera-se que sejam necessários vários dias para que as águas recuem. Em alguns casos, o nível da água é tão elevado que chega a atingir os telhados das casas, tornando o acesso possível somente por barcos ou vias aéreas.
“Muitas das população afetadas, principalmente nas áreas rurais, já estavam entre as mais vulneráveis do país e agora perderam tudo, incluindo suas casas, posses, terras agrícolas e meios de ganhar a vida”, disse o relatório do OCHA.
Nas áreas urbanas dos distritos afetados, existem crescentes preocupações de saúde relacionadas à quantidade de água parada em áreas altamente povoadas e à destruição de grande parte da infraestrutura de água e saneamento.
O governo do Sri Lanka está liderando a resposta às cheias e as agências da ONU e organizações não governamentais estão prestando assistência. As necessidades prioritárias são: água, saneamento básico e higiene, abrigo e assistência de saúde e alimentar, afirmou o OCHA

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