Revolução no conhecimento sobre a antiga Amazônia pode ajudar a proteger a floresta atual
José Tadeu Arantes/Agência FAPESP A arqueologia da Amazônia vive um processo absolutamente revolucionário. A ideia de um “inferno verde”, que teria sido habitado por uma população escassa, mal alimentada e culturalmente atrasada, foi inteiramente desmentida pela pesquisa arqueológica. As descobertas...
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