O destino do jornal

O DESTINO DO JORNAL

Livro editora Record

Autor Lourival Sant’ Anna

 

“O jornal enfrenta desafios precedentes como por exemplo a consolidação de rádios, TV a cabo, crescimento das revistas Época e Veja . Mudanças de hábitos: pessoas leem menos jornal e por menos tempo. A juventude ligada em videogame e internet. Hoje toda a informação  em rede é atualizada em cada segundo onde a distribuição gratuita  de jornal; usuário da internet se torna repórter e editor, na estrutura do jornal atual há uma tendência em separar os temas, houve então a criação do  cargo de Gerente de Conteúdo, o que exprime cultura entre a redação e o cultural de outro lado,o jornal tende a credibilidade,  o atingir marcas  se transfere para marcas será que o jornalismo sobrevive neste novo ambiente?”

 

Em 30 de junho ocorreu na Livraria Cultura o Lançamento do Livro O Destino do Jornal , resultado da monografia de Mestrado do Jornalista Lourival Sant’ Anna.

 

Participaram da Palestra de lançamento: os jornalistas Rodolfo Fernandes (diretor de redação do Globo) e Ricardo Gandour (diretor de conteúdo do Estado de São Paulo ) além da Professora orientadora  Beth Saad  ( ECA – USP) .

 

Beth Saad

Falou sobre a importância das diferenças descobertas durante o trabalho da  lógica de pesquisa jornalista e a lógica da metodologia científica e refletiu  a realidade de que estamos vivendo uma postura aberta das empresas em relação a mudança.

Segundo ela o perfil do leitor mudou e pode mover composição da justa informação do mercado, há uma valorização do conteúdo produtivo pelo usuário, mudanças na plataforma de acesso, neste cenário há uma recomposição de habilidades e competências na formação de jornalismo.

 

Rodolfo Fernandes

Ressaltou que este é  um momento único da imprensa brasileira, momento a histórico no qual sobre  o aspectos de liberdade houve  poucos momentos de democracia e  raros  em que a industria jornalista pode ser considerada independente; falou ainda do poder da influencia de política, Quércia e Montoro tiveram um banco na mão, o que prejudicava o jornalismo, mas este estágio de liberdade de imprensa louvável. “Hoje a credibilidade da imprensa pode ser mais bem avaliada, imprensa escrita, Radio e TV , em muitos momentos somos vistos como ultima fronteira da cidadania..Situações de olhar para frente..não por causa do fim da profissão mas porque  há uma grande oportunidade , chance  de fazer coisas como o relacionamento com o público…os

jornais não foram tão lidos como hoje…os jornais são de produção continua eu tenho sido extremante positivo sobre o futuro  dos jornais neste pais”.

 

Ricardo Gandour

  Nós estamos participando da interação de uma nova mídia ;  Interação direta coma audiencia, nível de informação e interação com indivíduos, eu torço para que o jornalismo não acabe, a plataforma pode acabar mas o jornalismo não

Hoje o conjunto represado e editado…é biológico eu preciso estar exposto ao conflito represado e editado…editar solucionar , lançar o olhar…é quase um dever que os editores devem transportar para a mídia os valores jornalísticos”.

“Será que os valores de imprensa…será que a sociedade não está perdendo os valores da imprensa?……..resgatar a opinião do publico, nos últimos 10 anos cederam menos a opinião dos leitores que as revistas- o que diferencia a gente do governo é a credibilidade, conteúdo colaborativo na Web, falta do caráter caracterização o papel da edição, falta  inovar descobrir como funciona esta nova mídia”.

 

 

Ana Marina Martins de Lima

 

 

 

 

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