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Por Reuters

A Agência Nacional de Mineração (ANM) interditou as atividades de disposição de estéril em três pilhas da mina da Vale (BVMF:VALE3) Fábrica Nova, na cidade de Mariana (MG), de acordo com a empresa e a autarquia.

A ANM afirmou que a interdição ocorreu por “não comprovação da estabilidade das estruturas”.

A Vale informou que a mina de minério de ferro do local não foi paralisada, apesar da interdição das atividades de disposição de rejeitos.

A companhia destacou que não há risco iminente atrelado às pilhas de estéril da mina de Fábrica Nova, assim como não há a necessidade da remoção de famílias na região.

A pilha de estéril é uma estrutura de aterro constituída de material compactado, diferente de uma barragem e não sujeita à liquefação, segundo nota da mineradora.

A Vale afirmou também que o “dique de pequeno porte localizado à jusante de uma das pilhas tem declaração de condição de estabilidade positiva”.

A companhia afirmou mais cedo que acompanhou vistoria da autarquia e da Defesa Civil, nesta segunda-feira, para os esclarecimentos necessários sobre as condições de estabilidade das estruturas, que, segundo a empresa, “permanecem inalteradas”.

“Importante reforçar que as estruturas geotécnicas da companhia são monitoradas permanentemente por equipe técnica especializada”, afirmou a Vale.

O Rio Piracicaba pode ser o próximo a ser afetado pela mineração em Minas Gerais. O corpo d’água seria atingido em poucos minutos por rejeitos no caso do rompimento de uma Pilha de Estéreis (PDE) da Mina de Fábrica Nova, da Vale, que foi interditada nesta segunda-feira (13 de novembro) pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Publicado por O Tempo

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O “Ambiente do Meio” foi criado em 2007 e a autora teve como objetivo inicial auxiliar jornalistas e leigos nas informações de qualidade sobre o Meio Ambiente resultante de preocupações com as poucas informações jornalísticas de qualidade sobre o tema atreladas a conhecimentos acadêmicos e evidências científicas.

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